Seismic Unix no Linux for dumbs

Porid no dia 15 do mês 10 de 2010



Seismic Unix é um software particularmente difícil de compilar, porém!!! Não se aflijam! Este tutorial pode salvar sua vida!!!

ATENÇÃO!!! ESTE TUTORIAL É UM CERVEJAWARE! Se gostou dele, pague uma cerveja ao grande Marcelo Alexandre Seixas, idealizador da façanha. Se alguém quiser, entra em contato comigo que arranjo isso.

Atualmente testado no Ubuntu 10.04 e 10.10 (eu não testei pessoalmente até o momento).

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baixe o SU NESTE SITE

Descompacte do arquivo do codigo fonte baixado. Existem 2 pastas dentro do arquivo baixado: Sfio e scr. Coloque estes arquivo no local onde o programa vai ser instalado. Pode ser uma pasta qualquer dentro da sua pasta home. Normalmente no linux os programas estão na pasta /usr mas o tutorial do SU não recomenda que se utilize estas pastas entao utilize uma pasta qualquer. Utilizarei neste tutorial a seguinte pasta

/home/nome_do_usuario/.cwp_su_all_42

Ou seja as pastas Sfio e scr estão dentro da pasta .cwp_su_all_42 que por sua vez está na pasta /home Aonde consta nome_do_usuario vc substitui pelo seu login São necessários alguns pacotes instalados para poder compilar o código fonte. Verifique se estão instalados pelo seguinte comando

sudo apt-get install g++ sun-java6-jdk lesstif2 lesstif2-dev gfortran libglu1-mesa libglu1-mesa-dev freeglut3 freeglut3-dev libxmu6 libxmu-dev libxi6 libxi-dev

Agora acesse o arquivo ~/.profile pelo comando

gedit ~/.profile

e inclua no final dele as seguintes linhas

export CWPROOT=/home/nome_do_usuario/.cwp_su_all_42
export PATH=$PATH:$CWPROOT/bin


lembrando que nome_do_usuario deve ser substituido seu login na máquina e .cwp_su_all_42 deve ser o nome da pasta onde estão as pastas Sfio e scr

As duas linhas devem ser adicionadas ao ~/.profile se vc estiver usando ubuntu mas este arquivo pode mudar de nome em outras distribuições. Por exemplo: ~/.bash_profile ou ~/.bashrc

É NECESSÁRIO REINICIAR O MICRO DEPOIS DESTE PASSO! Então reinicie...

Agora acesse o terminal e digite
cd

e tecle enter para acessar sua pasta home. Em seguida acesse a pasta onde estão as pastas Sfio e scr. No meu caso seria

cd ./.cwp_su_all_42

agora acesse a pasta onde está o codigo fonte do SU

cd ./scr

agora instale o SU utilizando os seguintes comandos (um de cada vez)

make install

make xtinstall

Se não aparecer nenhuma mensagem de erro no final é porque correu tudo bem e o SU está instalado.

Os comandos acima vão compilar e instalar o SU básico. Se quiser instalar os extras digite (um de cada vez)

make xminstall

make finstall

make mglinstall

make utils

Se vc chegou até aqui vc terminou a instalação completa.

DIVIRTA-SE!!! :)

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Screencast 03 - Aegisub

Porid no dia 20 do mês 7 de 2010



Aegisub é uma ferramenta muito conveniente para criação de legendas. Neste screencast veremos como usá-lo:

Screencast3 from tamodolo on Vimeo.



O arquivo deve ser colocado na pasta /etc/yum.repos.d/ (necessário privilégios de root). Por favor renomeiem o arquivo para fansub.repo.

Clique aqui para ir até a pagina do aegisub no LaunchPad.

Clique aqui para ir até a página oficial do Aegisub.

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xvidcap com som no fedora 13

Porid no dia 13 do mês 7 de 2010



Xvidcap sem duvidas é o melhor e mais simples gravador de desktop para linux. Ele simplesmente faz seu trabalho com uma eficiência impecável! O grande problema dele é que sua ultima atualização foi feita em 2006 e seu único suporte para gravação de som é via OSS.

Usar oss não é problema em sistemas antigos, mas sistemas baseados em pulseaudio, OSS é desligado por padrão. No Fedora 13 em particular o OSS não está presente no sistema nem na forma emulada. A desculpa de seus desenvolvedores é que ele pode causar instabilidade no pulseaudio (então porque raios os desenvolvedores do pulse não resolvem isso pow!!).

Enfim, existe um meio de ligar os drivers OSS no fedora. Faça o seguinte (no terminal como root):

gedit /etc/modprobe.d/dist-oss.conf

Dentro deste arquivo adicione a seguinte linha de comando (caso ela já exista, apenas descomente):

install snd-pcm /sbin/modprobe --ignore-install snd-pcm && /sbin/modprobe snd-pcm-oss && /sbin/modprobe snd-seq-device && /sbin/modprobe snd-seq-oss

Reinicie e pronto! Agora seus programas baseados em OSS não reclamarão mais por não encontrar suas respectivas entradas e saidas!

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Screencast #02 - instalando qdvdauthor

Porid no dia 23 do mês 3 de 2010



Demoro mas chegou!

Segundo screencast está no ar finalmente! Dessa vez um mais curto e mais simples. Neste ensino como instalar o qDVDauthor no Fedora 12!

screencast2 from tamodolo on Vimeo.



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Screencast #01 - DeVeDe

Porid no dia 22 do mês 1 de 2010



Hoje estou dando inicio a uma série de screencasts com o objetivo de ensinar as pessoas a mexerem em alguns programas de linux. Dei inicio abordando programas de autoração de DVD mas estou aberto a outras sugestões. Pode ser qualquer coisa. É só deixar um comentário pedindo.

screencast1 from tamodolo on Vimeo.



Esse screencast não terá uma periodicidade fixa, mas vou tentar colocar pelo menos 1 por mês. Até a próxima!

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OSS no pulseaudio

Porid no dia 21 do mês 1 de 2010



Existem alguns programas que somente suportam entrada de som via oss mesmo agora. Como a grande maioria das distros linux usa o pulseaudio, esses programas tendem a dar erros ou simplesmente ficarem mudos. É o caso do xvidcap, um programa de captura de tela que usa /dev/dsp (oss) como fonte do microfone. Para resolver essa incompatibilidade o pessoal do pulseaudio fez uma gambiarra usando um programa onde seu programa é aberto. Veja como funciona:

No terminal: padsp xvidcap

Agora o xvidcap consegue gravar sons do microfone normalmente.

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Recentemente eu tive esse problema. Precisava mandar para um amigo meu um video mkv com apenas uma legenda de diferença e precisava fazer isso de forma que o md5 do arquivo resultante dele fosse igual ao meu, portanto simplesmente usar o mkvtoolnix estava fora de cogitação.

Pra isso rodei a internet atrás de um programa que fizesse arquivos contendo diferenças entre outros 2 arquivos. De início, só encontrava coisas referentes ao diff que fazia esse trabalho muito bem apenas para texto. Meio inutil já que estavamos atrás de um que funcionasse com qualquer tipo de arquivo. Procurei até chegar num programa chamado xdelta.

Esse programa funciona para qualquer tipo de arquivo e o uso é simples. Num terminal, para criar um arquivo de diferença:

xdelta delta [arquivo-de-origem] [arquivo-de-destino] [arquivo-de-diferença]

Para aplicar a diferença no arquivo de origem use o comando:

xdelta patch [arquivo-de-diferença] [arquivo-de-origem] [arquivo-de-saida]

Agora não preciso mais transferir mais que 15k para que meu amigo tenha o mesmo video de 700mb que eu. Legal né?

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Drivers nvidia no Fedora 12

Porid no dia 19 do mês 11 de 2009



Como todo bom entusiasta Linux sabe, nesta terça feira (17/11) foi lançado oficialmente o Fedora 12 Constantine. O sistema melhorou muito desde sua ultima versão. O sistema de segurança está tão forte e paranoico que não permite nem que instale programas como root (para resolver isso coloque o SELinux em modo permissivo). Quem tem Wi-Fi Broadcom não precisa mais se preocupar em apliacar firmwares nem coisas do gênero porque o Fedora 12 já tem os firmwares (essa foi uma grande evolução).

Nessa ultima versão foi adicionado nativamente aquele boot bonitinho para placas nvidia. Essa é uma grande evolução pra quem gosta de firulas no sistema. O que ele faz, na real, é carregar o driver livre para nvidia chamado nouveau no boot para exibir a cena. Porém isso atrapalha muito a vida exatamente de quem tem video nvidia e quer usar todo o potencial da placa instalando os drivers proprietários já que o livre consegue algo proximo de 10% do desempenho original.

Quando tentei instalar os drivers descobri que o RPM Fusion não os possuia em seus preositórios. No site deles estava declarado que os drivers da Nvidia não oferecem suporte ao novo Xorg e que estavam esperando a Nvidia resolver esse problema para disponibilizar. Isso não é inteiramente verdade já que os drivers da Nvidia não suportam apenas o boot. Sendo assim, fui no site da Nvidia e peguei o .bin deles (para esse Xorg use a versão 190+) e me deparei com outro problema. Como o driver livre está carregado no sistema desde o boot, o driver da Nvidia não instala alegando que existe outro driver impedindo-o. Para resolver faça o seguinte:

Num terminal em modo root passe os comandos:

vi /boot/grub/grub.conf

Adicione o parametro nouveau.modeset=0 para o kernel. Deve ficar algo assim:

kernel /boot/vmlinuz-2.6.31.5-127.fc12.x86_64 ro root=UUID=b0df07fa-eea2-46c7-a031-0587b6d8cb77 LANG=pt_BR.UTF-8 SYSFONT=latarcyrheb-sun16 KEYBOARDTYPE=pc KEYTABLE=br-abnt2 rhgb nouveau.modeset=0 quiet

Esse parametro impedirá que o kernel carregue o driver livre para a placa nvidia (e o boot bonito não vai mais aparecer). Assim que o sistema iniciar, mude para um console qualquer (crtl+alt+F1 por exemplo). Entre como root e digite:

init 3

Isso fara com que o sistema retire o modo grafico. Adicione permição de execução para o driver proprietário (chmod +x /endereço/para/Driver/Nvidia.bin) e o execute usando sh:

sh Nvidia.bin

No fim da instalação ele vai perguntar se quer criar um arquivo xorg.conf. Diga que sim já que sem ele o xorg não encontra os drivers Nvidia. Reinicie e aproveite o fedora 12 com Drivers Nvidia.

Unico grande problema que ainda não consegui resolver é que o maldito causa kernel panic quando tento jogar a imagem numa TV usando video componente. O jeito é esperar uma correção por parte da Nvidia.

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adobe air no linux 64bit

Porid no dia 20 do mês 10 de 2009



Mais uma vez a adobe se superou compilando outra de suas ferramentas apenas para a versão 32bits do sistema. O adobe Air é uma ferramenta para execução de softwares. Ele se comporta de forma parecida com o .net framework já que são softwares que não funcionam de forma independente.

Na minha busca de um cliente de twitter decente para substituir o falecido twitterfox (agora com o nome de echofon), achei dois clientes bons: tweetdeck e destroytwitter. Os dois são multiplataforma e os dois rodam em adobe air........... que só tem pra linux 32..........

Não é novidade que é possível rodar programas 32bit num linux 64. Algumas distribuições facilitam muito isso, outras chegam a dificultar. Que é exatamente o caso do Archlinux. Quase não tem programas e bibliotecas 32bits em seus repositórios e os que tem não são suficientes para que o adobe air funcione. Uma forma rápida de resolver isso é usar os PKGBUILDs do AUR. O Yaourt facilita esse trabalho. Uma versão recente do yaourt está disponível num repo francês do archlinux. Para adicioná-lo ao pacman, coloque as seguintes linhas no seu pacman.conf

[archlinuxfr]
Server = http://repo.archlinux.fr/x86_64


Feito isso, instale o yaourt.

O yaourt funciona da mesma forma que o pacman com a vantagem de instalar coisas disponíveis no aur. Inclusive existe um pacote adobeair-32 lá e ele procura por todas as dependências e as compila se necessário. O único problema que encontrei em usar esse método para instalar o adobe air foi que nem tudo está com os links e versões corretas. O aur não é tão bem atualizado então algumas edições no PKGBUILD podem ser necessárias. (o yaourt pergunta se vc quer alterá-lo antes de continuar. Não tem segredo, mas esse assunto trato outro dia.)

Por algum motivo o tweetdeck não rolou. Ele diz que meu pc é um dos poucos do qual o adobeair não funciona direito. Engraçado isso já que o Destroy Twitter funciona. Fiquei com ele.

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problemas com vi no linux

Porid no dia 16 do mês 10 de 2009



Recentemente tem acontecido alguns problemas com teclado no vi (editor de texto via terminal), problema que acaba trocando a posição de algumas teclas e a imagem não atualiza durante a digitação.

O que acontece na realidade é que o vi não é mais um vim pequeno (outro editor de texto via terminal baseado em vi). Atualmente são 2 projetos diferentes.

Por causa disso, a solução é usar o vim no lugar do vi ou usar o ex no modo visual (vi foi baseado em ex, portanto ele é bem velhinho).

Resolvido o problema, agora edito textos de forma decente de novo no terminal.

PS. é sempre uma boa alternativa usar o nano.

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BTRFS

Porid no dia 21 do mês 9 de 2009



Recentemente tem se falado muito num novo sistema de arquivos para linux chamado BtrFS. Como entusiasta Linux, eu pretendo usá-lo assim que houver uma versão estavel.

BtrFS é o sistema de arquivos mais próximo do ZFS para BSD tendo até algumas funcionalidades mais legais. Clique aqui para ler o artigo completo (em inglês).

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Meu pc é verde!

Porid no dia 11 do mês 7 de 2009



Copiei nome do topico liquuid :p

Como disse no topico anterior, eu resolvi deixar de sofrer por causa das cagada de config que toda atualização do archlinux causava no meu pc e resolvi instalar uma distro melhor resolvida. Como já passei por Fedora, Ubuntu e Debian, foi a vez do OpenSuSE da Novell.

Peguei a versão 64bit e instalei. O processo foi bem tranquilo, o instalador lembrava muito o do winXP. Terminado o processo notei que a distribuição suporta sem problema nenhum qualquer programa 32bit. Inclusive os repositórios para a distro 32bit estão por padrão na distro 64bit.

Sem falar que opensuse vem com uma gama de UIs para configurar o sistema na base do clique (pra quem naum quer saber de terminal isso é ótimo)

Agora só preciso de um pc foda pra jogar hahahahaha

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Suporte a Ext4 no OpenSuSE

Porid no dia 11 do mês 7 de 2009



Há mais ou menos um mês eu resolvi deixar o ArchLinux que me dava muita dor de cabeça e fui pra uma distrubuição mais estável e melhor resolvida. Entre tantas opções resolvi ir para o OpenSuSE pelo seu suporte total a qualquer programa 32bit mesmo com o release 64bit instalado. OpenSuSE se revelou melhor que a encomenda, mas vou falar sobre isso no proximo post. Agora o assunto é como conseguir suporte ao sistema de arquivos EXT4 no OpenSuSE já que meu maior susto foi esse. Quando instalei o OpenSuSE, notei que EXT4 não montava automaticamente o que me deixou com medo já que tenho 2 HDs de 1tb cada particionados em ext4. É arquivo pacas! Por isso fui atrás da solução.

O Kernel usado no OpenSuSE oficialmente, 2.6.27, ainda não tem suporte estavel ao EXT4, então, para evitar problemas, atualize o seu Kernel para a versão mais atual disponível no repo do OpenSuSE. Após isso, abra um terminal e digite:

sudo vi /etc/sysconfig/kernel

este arquivo guarda o script de inicialização que diz ao kernel o que ele deve carregar no boot, logo, vamos adicionar na parte de modulos o ext4dev:

INITRD_MODULES="processor thermal pata_amd ahci ata_generic amd74xx ide_pci_generic fan jbd ext3 ext4dev edd"

Salve o arquivo e feche. Agora execute o mkinitrd para habilitar isso no kernel e reinicie. Pronto, agora você tem suporte a EXT4! Legal né?

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Cpufreq-applet do gnome no OpenSuSE

Porid no dia 11 do mês 7 de 2009



Já tinha postado algo relacionado sobre o ArchLinux aqui, mas a solução no caso do OpenSuSE é muito mais simples. É apenas um problema de permissão. Pra resolver entre com o seguinte comando:

sudo chmod +s /caminho/para/executavel/cpufreq-selector

Como esse caminho muda de acordo com sua instalação (ou seja, se vc escolheu KDE ou Gnome como principal), coloquei o caminho desse jeito, mas os caminhos comuns pra esse aplicativo são:

padrão gnome:
/usr/bin/

padrão kde:
/opt/gnome/bin/

Pensando agora, essa solução pode funcionar para o ArchLinux tb. Se mais nada funcionou, tente isso.

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VMware no kernel 2.6.29

Porid no dia 21 do mês 4 de 2009



Recentemente atualizei meu kernel. Isso fez com que o VMware não conseguisse mais compilar os modulos para funcionar.

O que acontecia na realidade é que estava havendo uma incompatibilidade do VMware com o novo kernel. Sendo assim, aqui está um patch e o comando para fazer a correção. Apesar de ser uma solução para o VMware x64 ele funciona bem no x86.

Clique aqui para baixar o patch. Depois execute este comando no terminal como root:

cd /usr/lib/vmware/modules/source/; mkdir orig; cp *.tar orig/; for i in `ls *.tar`; do tar -xf $i; done; rm *.tar; patch -p1 -i /caminho/para/vmware-workstation-6.5.1.126130-2.6.29_x86_64.patch; for i in mblock mci mmon mnet mppuser sock; do tar -cf v$i.tar v$i-only; done; rm -r *-only

Não se esqueça de substituir o trecho em negrito pelo caminho correto do patch! Divirta-se!

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qDVDAuthor parte 1

Porid no dia 21 do mês 4 de 2009



Olá pessoal! Começarei agora com os tutoriais sobre o programa qDVDAuthor. Infelizmente a versão disponível nos repositórios das principais distros de Linux está desatualizada. ArchLinux possui a versão mais atual entre eles no AUR e mesmo assim ela está desatualizada. Nesse caso vamos instalar a versão mais atual (1.7) na mão mesmo.

Antes de começar é necessário instalar as dependências necessárias. São elas: qt3, qt4, ffmpeg, mjpegtools, xine-libs e mplayer. Algumas outras coisas são requeridas, mas na maioria dos casos elas são instaladas junto com esses pacotes. Depois de ter instalado as dependências, abra um terminal. Antes de começar precisamos baixar o código fonte do programa na internet. É possível fazer isso via site oficial ou simplesmente dando o seguinte comando no terminal:

wget http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/qdvdauthor/qdvdauthor-1.7.0.tar.gz

Agora precisamos descompactar o arquivo para poder compilar o programa:

tar -xzf qdvdauthor-1.7.0.tar.gz
cd qdvdauthor-1.7.0


Você estar dentro da pasta criada pelo descompactador. Por sorte o instalador possui uma interface gráfica. Para iniciar o instalador digite no terminal:

./configure -c

Você deve ver essa janela aparecer:



O QSlideShow deve estar desabilitado. Habilite-o. Se você já instalou o ffmpeg a opção build local/static ffmpeg é inútil, desmarque ela já que ela pode dar erro ao tentar baixar a ultima versão no SVN do mplayer. Cheque na aba "Video Library" se as opções mplayer e xine-lib estão ativadas. Volte na aba "ENV" e clique em "Compile". Dependendo do PC isso pode demorar um pouco. Fique de olho no output para possíveis erros. Meu PC demorou 10 min para compilar. Quando acabar (espero que sem erros) clique em install (a senha de root será pedida). Esses passos são suficientes para instalar o qdvdauthor em seu PC. Clique em OKay para fechar o instalador. Para instalar com a biblioteca de botões de o seguinte comando no terminal como root (não se esqueça que é necessário estar dentro da pasta do qdvdauthor q possui o código fonte):

./configure -n --wget-buttons-library --install

O qdvdauthor já deve estar instalado e pronto para uso. Ele não adiciona link nos menus de aplicações. Isso tem que ser feito manualmente. Porém, se abrir um terminal e digitar "qdvdauthor" o programa será executado. Veja a imagem abaixo:



Como podem ver, a data da compilação é de 21 de abril de 2009. Mas agora que o software está funcionando no sistema, vamos começar o tutorial em si. De inicio, ensinarei como usar o wizard dele (que não foi possível mostrar em aula devido versão instalada no sesc ser muito antiga).

qDVDAuthor Wizard

Quando abrir o programa, você verá aquela janela conhecida do qdvdauthor que vemos em sala de aula. Para iniciar o wizard clique no botão com a varinha magica (imagem abaixo) ou em File > Project Wizard.



A seguinte janela vai aparecer:



Selecione o local onde vai gravar os arquivos temporários do DVD no botão Browser e digite o nome do projeto no campo em branco (evite usar espaços para evitar problemas). Certifique-se de ter selecionado a opção NTSC caso esta não esteja selecionada. Clique em Next.



Nesta tela vamos adicionar os vídeos que usaremos para criar o DVD. Para adicionar os vídeos clique em Add/Group Videos. Uma tela conhecida irá abrir:



Utilize o navegador a esquerda para encontrar a pasta onde estão seus vídeos. Após isso clique na aba Group:



Clique no botão rename para renomear o grupo existente:



Escreva no campo em branco o nome do grupo. No meu caso, escrevi grupo1. Clique em OK. Arraste os vídeos que desejar para este grupo (cada grupo é interpretado como um título diferente no DVD. Cada título é um vídeo sequencial. Mesmo que adicione 2 vídeos no grupo, eles serão interpretados como um único vídeo no final). É possível adicionar quantos grupos desejar clicando em New.

No caso do exemplo deste tutorial, criei 2 grupos para comportar 2 episódios de battlestar galactica. Ficou assim:



Clicando em Ok voltamos a tela anterior. Se quiser, pode adicionar um show de slides clicando em Add/Group Images. O procedimento é o mesmo que o do vídeo. Clique em Next.



Esta tela se refere as opções de menu. Talvez você queira mudar o tema da imagem de fundo que ele vai usar para criar seu menu e clique em OK. Eu selecionei Girls só por curiosidade :p

Aqui está o resultado no programa:



Lhe digo que essa imagem foi inesperada hahahaha! O que aconteceu aí na verdade foi que o programa pegou uma imagem aleatória na internet. De qualquer modo, vamos ajustar algumas outras propriedades do vídeo antes de fazer o DVD. Como podem ver o nome que escrevemos para o grupo foi usado para demarcar os vídeos. Vocês podem escrever o que quiser naquela parte.

Para visualizar as propriedades dos vídeos, clique com o botão direito no vídeo e selecione properties:



Clique na aba Audio/subtittle:



Aqui vamos adicionar a legenda do vídeo. Na caixa Subtittle, clique em Add. Uma caixa aparecerá perguntando o arquivo que quer abrir. Tome cuidado para selecionar a legenda para o vídeo ao qual está configurando. Em seguida o idioma está perguntado:



Selecione na opção language o idioma da legenda. No nosso caso, portuguese. Clique em Ok. Na aba Chapters você pode adicionar capítulos de acesso rápido ao vídeo (muito uteis para avanço rápido). O padrão do programa para o autochapter é de 2 minutos, mas é possível adicionar separadamente os capítulos. Não entrarei em detalhes nesta parte por não ser muito importante.



Na aba transcoding nada deve ser alterado na parte de vídeo. Normalmente ele detecta automaticamente. Altere se ver alguma informação que não condiz com o vídeo. Na parte de áudio, altere Sound Out para Keep Original, o Type para AC3 e o Bitrate para 384 kbps. Clique em Acept. Não se esqueça de repetir o processo para todos os vídeos em todos os grupos.



Clicando na aba SubPicture (subtittle) no programa principal é possível alterar características da legenda. Para alterar as características da legenda de um grupo, arraste o mesmo para a área indicada no programa. Clicando na aba (a direita) Font é possível definir a fonte da legenda, seu tamanho e sua cor. Clicando na aba Geo, é possível definir a posição da legenda. A imagem mais abaixo lhe mostra um preview do que ele fará com a legenda. Faça as alterações da forma que desejar. Para fechar o grupo e abrir outro grupo, clique no X vermelho posicionado ao lado do nome do vídeo.

Quando terminar, clique em DVDAuthor > Create DVD. As legendas serão criadas antes de lhe mostrar a seguinte caixa:



Aqui você verá as linhas de comando que o programa executará para fazer seu DVD. Tenha certeza de apagar o comando "-endpos 1000" (em evidência na imagem) da linha de todos os vídeos no mencoder para que o mesmo grave o vídeo inteiro. Tenha certeza de concertar o endereço dos arquivos (por exemplo as 2 / que aparecem juntas caso elas apareçam nas linhas de comando). Em seguida clique em OK. Uma janela abrirá mostrando o progresso. Fique atento a erros. Se tudo correr bem, você terá uma pasta com os seguintes arquivos:



Seu DVD está pronto. Abra algum programa de gravação como o k3b e grave-o em um DVD-Vídeo.

Alguns toques sobre erros possíveis: Um dos erros mais comuns é com a legenda. Se por acaso houver alguma legenda com tempo de duração negativo ou uma legenda com tempo inferior a legenda anterior, o programa irá abortar e o DVD ficará incompleto. Este erro aparece no output, portanto, fique atento.

Esta nova versão do qDVDAuthor não travou nem fechou. Ela está consideravelmente mais estável que as anteriores.

Pessoal, agora que sabem como lidar com o programa, os próximos tutoriais serão a respeito de partes mais avançadas dele. Como o método de edição final (aquela em que configura diretamente na linha de comando) é sempre igual, não falarei mais dela. Até a próxima!

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qDVDAuthor

Porid no dia 18 do mês 4 de 2009



Lá se foi o sábado e ainda não está no ar o tutorial do qDVDauthor... Quem está esperando ele, me desculpem a demora, amanha ele estará no ar.

Aproveitando o tópico inútil, hoje foi dia de botar PCs para funcionar. O local foi o Projeto Alavanca. Um projeto beneficente educacional. A falta de manutenção daqueles PCs fez com que eu e liquuid fossemos lá arrumar tudo. Quando chegamos lá não havia quase nenhum PC com linux. Todos eles haviam sido formatados e colocados windows no lugar.

O linux da vez foi o ArchLinux. Baixamos o CD e instalamos nas maquinas. Durante o processo de instalação notamos que um script muito bom que detectava o hardware e adicionava os módulos no rc.conf não estava mais presente. Isso me deixou muito triste e comeu um certo tempo até achar uma alternativa.

A alternativa é um software chamado hwdetect. Ele verifica o hardware e gera essa linha para o rc.conf. Único inconveniente é que ele não adiciona automaticamente...

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Kernel Panic

Porid no dia 16 do mês 4 de 2009



Como alguns já sabem, uso uma distribuição Linux chamada ArchLinux. Ela é excelente para aprender mais sobre o sistema, porém a politica do pessoal que mantem a distribuição é a de desorganização total.

Recentemente meu PC (assim como 80% das pessoas que estavam usando o kernel 2.6.27) estavam sofrendo de kernel panic aleatórios. Pra quem não sabe, kernel panic é um problema grave do qual não se consegue retorno ao sistema sem reiniciar o PC. Basicamente o PC congela TOTALMENTE e a luz do CAPSLOCK do teclado fica piscando (alguns teclados piscam CAPSLOCK + NUNLOCK) Se acontecer com vc não se assuste, não é problema no hardware do seu pc.

Para resolver, atualize seu sistema (no Arch basta dar o comando pacman -Syu no terminal como root) para baixar o kernel mais novo. O problema disso é que os headers do kernel 2.6.29 ainda não estão no repositório. Isso é péssimo já que fica impossível compilar drivers muito específicos como os do VMware. Nem preciso falar q isso me deixou puto. Até o momento somente os headers do 2.6.27 estão disponíveis no repositório.

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Como minha familia me vê

Porid no dia 12 do mês 4 de 2009



Pascoa! Muito chocolate, muita comida, muito peixe e.... MUITA DOR DE CABEÇA COM PC Q NEM USO!!!!!!!!!! Pra variar meu pc (que fica na casa dos meus pais) que tem instalado o winXP tava cheio de virus rodando e isso tava deixando ele uma tartaruga. O PC não é tão bom. É um Duron 1.3GHz (morgan) com 512mb de ram ddr266 (na verdade é 400, mas a placa mãe não roda nessa velocidade) e uma Radeon 9550 (desperdício.... 1000 fps no glxgears contra 1700 da geforce 7000m do meu note... essas placas são equivalentes... considerando que eu to usando o driver opensouce dela....). PC não é bom, mas voa se bem configurado.

Por livre e espontânea pressão resolvi arrumar o PC (formatei, intalei winXP e Archlinux). No processo de config do Hardware no linux achei essa imagem:



Como eu to de saco cheio de arrumar windows, na hora que o mesmo quebrar, ou usa linux, ou naum usa.

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DeVeDe

Porid no dia 3 do mês 4 de 2009



O DeVeDe é a ferramenta mais simples para a autoração de DVD. Nenhuma distribuição Linux acompanha o DeVeDe no disco de instalação, então é necessário instalar o DeVeDe usando o repositório da distribuição.

Instalação

A versão usada neste tutorial é a 3.12.

Instalar o DeVeDe depende muito da distribuição. Direi aqui como instalar nas principais distribuições:

Ubuntu: via terminal, como root, use o comando:

aptitude install devede

Debian: apt-get install devede

Fedora: no fedora é necessário adicionar o repositório Livna e o RPM Fusion. Após isso use o comando:

yum install devede

ArchLinux: pacman -S devede

Tutorial

Como meu foco aqui é explicar apenas como criar um DVD, farei apenas uma visão geral sobre o que cada uma das outras opções que o DeVeDe possui.

Quando abrir o programa deverá aparecer a seguinte tela:



A primeira opção (que será tratada em detalhes) permite a criação de um disco de DVD.

A opção VideoCD (VCD) lhe permite criar um vídeo simples para ser gravado num CD. Este é um formato ruim e de baixa qualidade. Sua definição é de apenas 352x240 (equivalente ao VHS) e não permite vários idiomas de áudio nem legendas removíveis. É possível gravar apenas 1 hora de vídeo neste formato. Este formato não é mais usado comercialmente.

A opção Super VideoCD (SVCD) lhe permite criar um VideoCD com uma definição maior (480x480). Todas as outras limitações do VideoCD estão presentes neste formato também.

A opção China VideoCD (CVD) é apenas uma regionalização do Super VideoCD. Não há diferença entre eles.

A Opção DivX / Mpeg4 lhe permite converter um video originalmente em qualquer formato para DivX compatível com DVD players capazes de executar este formato. Normalmente DVD players conseguem tocar uma resolução máxima de 640x480 (ou 720x400 no caso de widescreen) sem que haja paradas no vídeo devido a insuficiência de processamento do player. Atualmente os BlueRay players são capazes de tocar DivX em FullHD (1920x1080) sem problemas.

Criando Títulos para o DVD

Clicando na primeira opção veremos a seguinte tela:



A primeira coisa que devemos fazer é selecionar o formato de cor referente ao sistema usado pelos DVD players no Brasil. Na parte inferior da tela temos a opção "Formato Padrão". Selecione NTSC (padrão dos DVDs em nosso país).

Os títulos (campo na parte esquerda superior) definem diferentes vídeos no seu DVD. Usando um filme convencional (desses que alugamos em locadoras), normalmente temos um título para o Filme, um segundo título para o primeiro extra e um segundo título para o segundo extra e assim por diante. Isso acontece devido aos vários formatos de vídeo possíveis no mesmo DVD (progressivo e entrelaçado)

Para nós não é conveniente deixar o primeiro título com e nome de "title 1", então clicaremos no botão Propriedades logo abaixo do campo contendo os títulos:



A seguinte janela será aberta:



Esta janela nos mostra o nome do título (que podemos mudar para o nome que quisermos) e algumas opções sobre o que fazer após o termino da execução deste título. Selecione a opção que melhor se encaixa para você. No caso deste tutorial, selecionarei a opção para executar o menu principal (primeira opção).

Outros títulos podem ser adicionados clicando em Adicionar logo abaixo do campo.

Adicionando o vídeo

No campo ao lado direito do título temos o campo referente ao vídeo propriamente dito. Lá podemos adicionar qualquer formato de vídeo para que seja codificado no padrão do DVD. Para adicionar o vídeo clique em Adicionar:



A seguinte janela irá aparecer:



Nesta janela vamos abrir o vídeo clicando na pastinha a direita do campo arquivo e escolheremos nosso video:



Depois de escolhe-lo, clique em abrir. As informações do vídeo serão exibidas na janela. O próximo passo é definir o formato de vídeo novamente. Para isso selecione a opção NTSC novamente.

Normalmente não é necessário adicionar legendas para um filme caseiro, mas no desse tutorial o vídeo usado possui uma legenda portanto adicionaremos ela no campo de legenda abaixo do formato de vídeo. Para adicionar clique em "Adicionar" a direita do campo de legenda. A janela abaixo irá aparecer:



Clique na pastinha ao lado do campo da legenda (assim como fez para abrir o vídeo). Uma janela igual ao do vídeo vai aparecer para que escolha a legenda. Legendas com extensão srt são suportadas. Logo abaixo temos a codificação da legenda que só é necessário modificar caso o idioma da sua legenda não utilize caracteres latinos. Na opção idioma defina qual o idioma da sua legenda (no caso deste tutorial, PT - Portuguese) e clique em OK.

Agora veremos as opções avançadas. Para visualizá-las cliquei em "Opções Avançadas" na parte inferior da tela. A primeira aba mostra opções de qualidade de codificação:



As qualidades padrão tanto para som quanto para vídeo são boas. Modifique-as apenas se tiver problemas para colocar mais de 2 horas de vídeo em seu DVD (não recomendo que ultrapasse 3 horas e mesmo assim, não mexa na qualidade de som, somente na de vídeo). Quanto maior o Bitrate, maior será a qualidade do vídeo e maior será o espaço ocupado.



Aqui definiremos o tamanho e a razão de aspecto do vídeo. Defina o tamanho em 720x480 (este tamanho é fixo para todos os tipos de vídeos). A razão de aspecto dependerá da fonte de seu vídeo. Caso seja um vídeo "quadrado" (igual a imagem que vemos na TV) selecione 4:3. Caso a imagem seja widescreem (igual a que vemos no cinema) selecione 16:9.



Na aba Opções de Vídeo definiremos o modo de redimensionamento da imagem. Tanto no caso de imagem 4:3 quanto 16:9 selecione "modo de redimensionamento".



Estas opções representam opções avançadas do compactador de vídeo. Normalmente não é necessário mudar nada aqui. Somente altere as opções de desentrelaçamento caso o vídeo seja entrelaçado (escolha YADIF).



Nas opções de áudio selecione "Criar DVD com som 5.1". Isso fara com que o som do seu vídeo seja convertido para AC3 (padrão de áudio nos DVDs). Caso o som do seu vídeo seja estéreo, o programa irá criar um som AC3 estéreo. Selecione a segunda opção SOMENTE se o som do seu vídeo já esteja em AC3. Para verificar isso, abra um terminal e use o comando: file nome_do_arquivo



Estas opções são de controle manual do mencoder. Só altere estas opções se souber o que está fazendo. Caso contrario deixe-as como estão.

Agora clique em OK. Este processo se repete para todos os vídeos que adicionar. Vários vídeos dentro de um mesmo título são considerados um único vídeo.

De volta a tela principal, poderemos ver quanto espaço o vídeo vai ocupar no DVD. O botão a frente faz com que o bitrate de todos os vídeos sejam ajustados para caberem no DVD (use-o caso o tamanho seja maior).

Nas opções avançadas você pode escolher o arquivo de saída. Recomendo que escolha a terceira opção (para criar um arquivo .iso pronto para gravação).

Agora vamos editar o menu. Para isso clique em opções de menu:



Aqui podemos definir o título do menu, fonte, tamanho da fonte e cor, assim como a imagem de fundo e musica de fundo. O programa só tem suporte a imagens png e arquivos mp3. Podemos definir a posição das opções e se o DVD vai iniciar ou não direto no menu. Quando terminar de editar a seu gosto clique em OK.

Na tela principal novamente, clique em "terminar". O programa irá lhe perguntar onde salvar o arquivo:



O primeiro botão diz respeito a pasta onde seu DVD será salvo e o campo abaixo pede que de o nome a pasta que ele vai criar para conter o arquivo. Se não tiver certeza de onde está gravando, deixe padrão. O arquivo será gravado na pasta movie dentro do seu home (endereço completo: /home/seu_usuário/movie/). Clique em OK.

Uma janelinha de progresso vai aparecer. Depois que ela terminar de executar seu DVD estará pronto para gravação. Utilize algum programa que seja capaz de gravar a partir de ISO como o K3b ou o growisofs via terminal.

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Synaptics TouchPad no ArchLinux

Porid no dia 31 do mês 3 de 2009



Já faz um tempo que voltei a usar o ArchLinux (e caramba como ele tá bom!) e só agora resolvi o problema do TouchPad. Não que fosse um problema porque ele funcionava, só que sem scrolls nem funções especiais.

Lendo o Manual do Synaptics eu cheguei a uma config legal para o TouchPad que inclui Scroll Horizontal, Scroll Vertical, clique botão do meio na parte superior direita e clique direito na parte inferior direita. Vou deixar um truque para conseguir scroll com 2 dedos caso seu TouchPad não seja multi toque.

vi /etc/X11/xorg.conf

adicione as seguintes linhas em ServerLayout:

inputdevice "SynapticsTouchPad" "SendCoreEvents"

Em Module:

Load "synaptics"

Agora, em qualquer lugar do arquivo adicione:

Section "InputDevice"
Identifier "SynapticsTouchpad"
Driver "synaptics"
Option "AlwaysCore" "true" # enviar eventos para CorePointer
Option "Device" "/dev/psaux"
Option "Protocol" "auto-dev"
Option "SHMConfig" "true" # Configuravel via gsynaptics. Risco de segurança
Option "LeftEdge" "1700" # limite esquerdo
Option "RightEdge" "5000" # limite direito
Option "TopEdge" "1700" # limite superior
Option "BottomEdge" "4700" # limite inferior
Option "FingerLow" "25" # Pressão abaixo desse ponto libera toque
Option "FingerHigh" "30" # Pressão acima desse ponto inicia toque
Option "MaxTapTime" "180" # tempo maximo para detecção de clique via toque em ms
Option "VertEdgeScroll" "true" # Habilita scroll vertical
Option "HorizEdgeScroll" "true" # Habilita scroll horizontal
Option "CornerCoasting" "true" # Habilita scroll continuo com o dedo no canto
Option "CoastingSpeed" "0.30" # Velocidade do coasting
Option "VertScrollDelta" "100" # Distancia ponta a ponta do scroll vertical
Option "HorizScrollDelta" "100" # Distancia ponta a ponta do scroll horizontal
Option "MinSpeed" "0.20" # fator de velocidade minima pra o movimento do ponteiro
Option "MaxSpeed" "0.60" # fator de velocidade maxima para o movimento do ponteiro
Option "AccelFactor" "0.0040" # Fator de aceleração do ponteiro
Option "Emulate3Buttons" "true" #habilita emulação dos botões via toque
#Option "EmulateTwoFingerMinZ" "70" #emula scroll com 2 dedos em touchpads comuns
Option "RTCornerButton" "2" # emula clique central com toque no canto superior direito
Option "RBCornerButton" "3" # emula clique direito com toque no canto inferior direito
Option "TapButton1" "1" # emula clique com toque rapido
EndSection

Agora salve o arquivo, reinicie seu xserver e seja feliz ^^

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Um dos problemas mais chatos que eu tinha era ter que mudar a velocidade da CPU via terminal. O controlador de frequência de CPU que está disponível no gnome não permitia que eu mudasse entre as frequências e nem entre os governadores.

Resolvi ler o manual. Demorou pra encontrar, mas é necessário dizer no arquivo de config do cpufreq quem pode alterar as configurações. Aqui vai as linhas a serem alteradas:

[General]
enable_remote=root
remote_group=users

O arquivo fica em /etc/conf.d/cpufreq

Agora posso alterar frequências!!

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HAL Automount no ArchLinux

Porid no dia 25 do mês 3 de 2009



Esse topico vai ser bem curto, mas vai resolver o problema de muita gente.

Quem aqui nunca teve o problema "meu pendrive não monta automaticamente no ArchLinux mesmo tendo o HAL rodando"? Pois bem, a suloção pra isso é o pmount.

O pmount é um programa que permite que usuários sem privilégios montem partições extras (incluindo pendrive, cartões SD e Gavetas externas com HD ou DVD-ROM) sem que elas estejam declaradas no fstab. Ele tem uma extenção chamada pmount-hal que lhe permite ser usado pelo HAL quando este detecta um novo hardware conectado em seu comutador.

Para o ArchLinux, o pmount está disponivel no repositório do liquuid. Para saber como adicionar o repositório dele no seu pacman, clique aqui.

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Xorg no ArchLinux

Porid no dia 24 do mês 2 de 2009



O primeiro grande problema no Arch Linux é subir o Xorg. Dependendo da placa de video, A versão mais atual dele simplesmente não funcionará sem o driver correto.

Mas vamos por passos. Eu particularmente gosto de usar Gnome acompanhado pelo seletor de interfaces GDM. Para ter esses softwares disponiveis em seu Arch Linux utilize seu pacman para instalar os grupos Xorg, Gnome e Gnome-extras e seja paciente pois são 450mb de download.

Eu encontrei um único problema ao tentar executar o serviço GDM (/etc/rc.d/gdm start): O Dbus. Na realidade, para conseguir ter acesso ao teclado é necessário ligar o Hal e o Hal depende do Dbus. Por algum motivo alguém esqueceu de adicionar ao pacote os comandos para configurar o Dbus no sistema. Logo segue abaixo os passos necessários pra fazê-lo funcionar:

Crie um grupo de usuários chamado dbus usando o comando addgroup. Em seguida, crie um usuário chamado dbus em seu sistema (assim como criou um usuário para você mesmo logo que instalou o sistema) e o coloque no grupo dbus.

Agora tente executar o serviço. Se tiver sucesso, execute o Hal e depois o GDM. Agora você poderá logar no sistema.

É possivel executar esses serviços na inicialização do sistema usando o arquivo /etc/rc.conf: adicione entre os parenteses na ultima linha do arquivo o "dbus hal gdm" seguindo os exemplos já no arquivo necessariamente na mesma ordem que coloquei aqui.

Agora seu sistema entrará no GDM automaticamente.

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Desbravando o ArchLinux

Porid no dia 24 do mês 2 de 2009



Aproveitei esse feriado prolongado pra arrumar meu computador. Eu tinha uma versão estranha no WinXP instalado q naum rodava o NeoRage e resolvi resetar tudo. Agora, com uma instalação normal do WinXP, a última coisa que faltava era escolher o Linux a ser usado.

Quem acompanha este blog sabe que eu estava usando o Ubuntu. Porém, essa distribuição não tem um sistema simples e entendível o que causa muito stress na hora de resolver qualquer problema. Por causa disso, e de problemas que não deveriam acontecer, resolvi abandonar o Ubuntu e tentar o Debian.

Intalei o Debian 5.0 testing x64. Me arrependi. Varios programas, incluindo o Skype que uso para conversar com meus pais. Sem paciência de esperar mais 5 horas pra pegar a versão i386, resolvi instalar um velho companheiro de guerra. O Arch Linux.

O Arch é uma distribuição minimalista que segue a politica "versão mais recente custe o que custar". Isso é ótimo por um lado, mas péssimo por outro porque não há tempo para testes. Dessa forma dá pra considerar que o Arch está sempre em teste. No cd (de aproximadamente 300mb) vem uma versão live do sistema. Nela é possivel executar o programa de instalação que, alias, gosto muito. Ele é simples e permite tanto uma instalação via cd quanto uma instalação direta pela internet. Como meu cd do arch era velho, mas como Arch não possui versões, sempre será possivel instalar o sistema com esse mesmo cd quando eu quiser, então optei por baixar o kernel mais recente e intalar via internet.

Após a instalação do sistema (e configuração do grub), Tudo que temos quando ligamos o sistema é o Console. Tudo nele precisa ser instalado e configurado. Agradeço o repositório do Arch ser bem completo nessa fase. Ele possui o basico para levantar uma interface grafica e desktops como Gnome e KDE.

O divertido de um sistema desses é que após o termino do download e instalação, nada funcionará. Em topicos futuros reportarei os problemas que tive no sistema (e sim, foram diferentes se comparados a ultima vez que o instalei no meu pc) e a solução. Boa parte dos problemas ainda não foram resolvidos totalmente, como o problema do teclado, network manager e alguns outros.

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Latex com acentos

Porid no dia 11 do mês 2 de 2009



Recentemente comecei uma saga de aprendizado sobre Latex. Esse programa me deu uma dor de cabeça grande pelo fato de eu ter pego um documento escrito em Texmaker para windows e tentado compilá-lo no linux. O primeiro piripaque que o programa deu foi com estilos faltantes que já expliquei como instalar nesse tópico.

Depois de passar 2 semanas procurando os estilos faltantes finalmente consegui compilar meu texto só que sem acentos... Como todos sabemos o Windows XP pra baixo é tosco quando se trata em codificação de caracteres. Bem por isso, era obvio que a codificação usada no windows não ia funcionar no linux.

Basicamente, para arrumar esse problema no linux (Ubuntu por exemplo), use o comando

/usepackage[utf8]{inputenc}


e no windows

/usepackage[latin1]{inputenc}


E agora, posso finalmente escrever meu relatório...

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Instalando novos estilos no latex na mão

Porid no dia 8 do mês 2 de 2009



Como todo mundo que usa Latex já sabe, toda vez que precisamos que um estilo novo, precisamos colocá-lo na mão. Eu pastei alguns dias até que descobri como fazer isso funcionar.

Partindo do pressuposto que você já tem o latex (ou qualquer UI dele) instalado e funcionando, baixe seu estilo de algum lugar. Na maioria dos casos, você terá de fazer o download de 2 arquivos: um .ins e outro .dtx. Após isso, abra um terminal e vá até a pasta onde estão os arquivos e digite:

latex nome_do_arquivo.ins


Se tudo correr bem, varios arquivos serão criados na mesma pasta incluindo o arquivo base do estilo com extensão .sty. Como root, copie todos os arquivos para:

/usr/share/texmf-texlive/tex/nome_do_estilo/


lembrando que esse endereço pode mudar de acordo com sua distribuição. O pipino é que isso não é suficiente para que o latex encontre o novo estilo. Para isso digite:

texhash


Agora você poderá usar seu novo estilo sem problemas.

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Ubuntu de novo

Porid no dia 3 do mês 2 de 2009



Mais um problema: VLC é incapaz de carregar legendas de DVD no meu micro. O que não foi de todo ruim já que aprendi a usar o mplayer pra ver DVD.

Basicamente, se o DVD for entrelaçado, é necessário usar um comando de desentrelaçamento. Tem 3 filtros que funcionam muito bem:

-vf yadif=1, -vf yadif=3 e -vf tfields=1

Único inconveniente é que a legenda fica piscando, mas não chega a incomodar.

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Olá Ubuntu parte 2

Porid no dia 1 do mês 2 de 2009



Mal termino o primeiro dia de Ubuntu e já to pensando em sair dele.

Depois de ter fussado um pouco no sistema, descobri 2 erros que estão me deixando doido: o primeiro é referente ao transmission. Não dá pra fazer nada nele que trava. O segundo foi tentando rodar DVD no xbmc (sim, eu encontrei um repositório que oferecia pacotes para Ubuntu). Ele travou quando cliquei em um menu, congelou o mouse e o som. O som foi facil arrumar, mas o mouse não teve jeito, tive que reiniciar (é windows agora é?).

Vou continuar nesse sistema por mais um tempo e depois instalo outro.

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Olá Ubuntu

Porid no dia 31 do mês 1 de 2009



Eu tentei instalar inicialmente o Ubuntu Studio. Ele é bem legal, tem muitos programas disponíveis já no DVD como blender e audacity. Minha única birra com o sistema foi que ele é feito para parecer com o windows. Não tenho certeza se o Liquuid, pessoa que inicialmente teve a idéia e o chamava de Moobuntu, deu uma olhada no sistema, então não temos, por enquanto, como saber se o caminho que o Ubuntu Studio seguiu foi o originalmente pensado. Como todo o funcionamento do sistema é igual ao do Ubuntu convencional, vou descrever como se fossem um sistema único.

Logo depois de meu descontento com a aparência, resolvi colocar o Ubuntu convencional para testar. Esse sim, mantem a aparência original do gnome. Varias ferramentas foram adicionadas como por exemplo um atalho para compartilhar a pasta via samba no menu do botão direito do mouse (outra vez copiando windows). Ao contrario do Fedora, o Ubuntu é voltado a área multimídia. Por causa disso, todo o sistema é voltado para ter um bom desempenho com vídeo. Isso me deixou feliz já que costumo usar alguns efeitos do compiz por conveniência (como o scale).

Quanto a parte de hardware, de novo Ubuntu é bem resolvido já que assim que instalei o sistema ele detectou o hardware faltante (no meu caso, video e wifi) e perguntou se queria que ele baixasse os drivers e instalasse. Varias versões de drivers foram apresentadas. O que me deixou surpreso foi que o b43-fwcutter já veio com um firmware nesse download (coisa que precisavamos fazer manualmente no Fedora)

O APT-GET é bem confuso se usado direto no terminal, mas a interface gráfica dele permite a visualização detalhada dos eventos. Uma pena que o xbmc não esteja presente...

conclusão: o Ubuntu é um bom sistema pra quem começa a usar Linux agora. Ele praticamente se resolve sozinho durante a instalação e até o momento não tive dor de cabeça com erros em programas e nem bugs apesar de ser meio cedo para dizer isso. Continuarei usando o Ubuntu por um tempo para ver se aparece algum bug bizarro.

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Adeus Fedora

Porid no dia 29 do mês 1 de 2009



Cansado de me estressar com o Fedora 10 e seus scripts doidos e mal feitos (vide o problema do teclado devido ao novo xorg que, por alguma ironia, somente alguns programas conseguem entender acentos e por sorte o openoffice e o firefox são 2 deles) resolvi abandonar essa distro e instalar alguma outra.

A distro que escolhi foi o Ubuntu. meu interesse nessa distro é entender qual é a dos caras. Como todos sabemos, Ubuntu é a distro mais conhecida atualmente no Brasil devido sua forte propaganda. Mas será que é uma distro tão boa assim?

Em algum post futuro direi o que achei dessa distro.

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