RSS do id Blog Otaku pt-br <![CDATA[RSS do Liquuid]]> http://id.liquuid.net/imagens/logol.jpg <![CDATA[ Seismic Unix no Linux for dumbs ]]>
ATENÇÃO!!! ESTE TUTORIAL É UM CERVEJAWARE! Se gostou dele, pague uma cerveja ao grande Marcelo Alexandre Seixas, idealizador da façanha. Se alguém quiser, entra em contato comigo que arranjo isso.

Atualmente testado no Ubuntu 10.04 e 10.10 (eu não testei pessoalmente até o momento).

####################################################

baixe o SU NESTE SITE

Descompacte do arquivo do codigo fonte baixado. Existem 2 pastas dentro do arquivo baixado: Sfio e scr. Coloque estes arquivo no local onde o programa vai ser instalado. Pode ser uma pasta qualquer dentro da sua pasta home. Normalmente no linux os programas estão na pasta /usr mas o tutorial do SU não recomenda que se utilize estas pastas entao utilize uma pasta qualquer. Utilizarei neste tutorial a seguinte pasta

/home/nome_do_usuario/.cwp_su_all_42

Ou seja as pastas Sfio e scr estão dentro da pasta .cwp_su_all_42 que por sua vez está na pasta /home Aonde consta nome_do_usuario vc substitui pelo seu login São necessários alguns pacotes instalados para poder compilar o código fonte. Verifique se estão instalados pelo seguinte comando

sudo apt-get install g++ sun-java6-jdk lesstif2 lesstif2-dev gfortran libglu1-mesa libglu1-mesa-dev freeglut3 freeglut3-dev libxmu6 libxmu-dev libxi6 libxi-dev

Agora acesse o arquivo ~/.profile pelo comando

gedit ~/.profile

e inclua no final dele as seguintes linhas

export CWPROOT=/home/nome_do_usuario/.cwp_su_all_42
export PATH=$PATH:$CWPROOT/bin


lembrando que nome_do_usuario deve ser substituido seu login na máquina e .cwp_su_all_42 deve ser o nome da pasta onde estão as pastas Sfio e scr

As duas linhas devem ser adicionadas ao ~/.profile se vc estiver usando ubuntu mas este arquivo pode mudar de nome em outras distribuições. Por exemplo: ~/.bash_profile ou ~/.bashrc

É NECESSÁRIO REINICIAR O MICRO DEPOIS DESTE PASSO! Então reinicie...

Agora acesse o terminal e digite
cd

e tecle enter para acessar sua pasta home. Em seguida acesse a pasta onde estão as pastas Sfio e scr. No meu caso seria

cd ./.cwp_su_all_42

agora acesse a pasta onde está o codigo fonte do SU

cd ./scr

agora instale o SU utilizando os seguintes comandos (um de cada vez)

make install

make xtinstall

Se não aparecer nenhuma mensagem de erro no final é porque correu tudo bem e o SU está instalado.

Os comandos acima vão compilar e instalar o SU básico. Se quiser instalar os extras digite (um de cada vez)

make xminstall

make finstall

make mglinstall

make utils

Se vc chegou até aqui vc terminou a instalação completa.

DIVIRTA-SE!!! :)


5 comentários

TAGS : su seismicunix unix linux ubuntu tutorial ]]>

ATENÇÃO!!! ESTE TUTORIAL É UM CERVEJAWARE! Se gostou dele, pague uma cerveja ao grande Marcelo Alexandre Seixas, idealizador da façanha. Se alguém quiser, entra em contato comigo que arranjo isso.

Atualmente testado no Ubuntu 10.04 e 10.10 (eu não testei pessoalmente até o momento).

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Descompacte do arquivo do codigo fonte baixado. Existem 2 pastas dentro do arquivo baixado: Sfio e scr. Coloque estes arquivo no local onde o programa vai ser instalado. Pode ser uma pasta qualquer dentro da sua pasta home. Normalmente no linux os programas estão na pasta /usr mas o tutorial do SU não recomenda que se utilize estas pastas entao utilize uma pasta qualquer. Utilizarei neste tutorial a seguinte pasta

/home/nome_do_usuario/.cwp_su_all_42

Ou seja as pastas Sfio e scr estão dentro da pasta .cwp_su_all_42 que por sua vez está na pasta /home Aonde consta nome_do_usuario vc substitui pelo seu login São necessários alguns pacotes instalados para poder compilar o código fonte. Verifique se estão instalados pelo seguinte comando

sudo apt-get install g++ sun-java6-jdk lesstif2 lesstif2-dev gfortran libglu1-mesa libglu1-mesa-dev freeglut3 freeglut3-dev libxmu6 libxmu-dev libxi6 libxi-dev

Agora acesse o arquivo ~/.profile pelo comando

gedit ~/.profile

e inclua no final dele as seguintes linhas

export CWPROOT=/home/nome_do_usuario/.cwp_su_all_42
export PATH=$PATH:$CWPROOT/bin


lembrando que nome_do_usuario deve ser substituido seu login na máquina e .cwp_su_all_42 deve ser o nome da pasta onde estão as pastas Sfio e scr

As duas linhas devem ser adicionadas ao ~/.profile se vc estiver usando ubuntu mas este arquivo pode mudar de nome em outras distribuições. Por exemplo: ~/.bash_profile ou ~/.bashrc

É NECESSÁRIO REINICIAR O MICRO DEPOIS DESTE PASSO! Então reinicie...

Agora acesse o terminal e digite
cd

e tecle enter para acessar sua pasta home. Em seguida acesse a pasta onde estão as pastas Sfio e scr. No meu caso seria

cd ./.cwp_su_all_42

agora acesse a pasta onde está o codigo fonte do SU

cd ./scr

agora instale o SU utilizando os seguintes comandos (um de cada vez)

make install

make xtinstall

Se não aparecer nenhuma mensagem de erro no final é porque correu tudo bem e o SU está instalado.

Os comandos acima vão compilar e instalar o SU básico. Se quiser instalar os extras digite (um de cada vez)

make xminstall

make finstall

make mglinstall

make utils

Se vc chegou até aqui vc terminou a instalação completa.

DIVIRTA-SE!!! :)


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<![CDATA[ Screencast 03 - Aegisub ]]>

Screencast3 from tamodolo on Vimeo.



O arquivo deve ser colocado na pasta /etc/yum.repos.d/ (necessário privilégios de root). Por favor renomeiem o arquivo para fansub.repo.

Clique aqui para ir até a pagina do aegisub no LaunchPad.

Clique aqui para ir até a página oficial do Aegisub.


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TAGS : aegisub linux legenda vimeo screencast yum ubuntu fedora ]]>

Screencast3 from tamodolo on Vimeo.



O arquivo deve ser colocado na pasta /etc/yum.repos.d/ (necessário privilégios de root). Por favor renomeiem o arquivo para fansub.repo.

Clique aqui para ir até a pagina do aegisub no LaunchPad.

Clique aqui para ir até a página oficial do Aegisub.


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<![CDATA[ xvidcap com som no fedora 13 ]]> Xvidcap sem duvidas é o melhor e mais simples gravador de desktop para linux. Ele simplesmente faz seu trabalho com uma eficiência impecável! O grande problema dele é que sua ultima atualização foi feita em 2006 e seu único suporte para gravação de som é via OSS.

Usar oss não é problema em sistemas antigos, mas sistemas baseados em pulseaudio, OSS é desligado por padrão. No Fedora 13 em particular o OSS não está presente no sistema nem na forma emulada. A desculpa de seus desenvolvedores é que ele pode causar instabilidade no pulseaudio (então porque raios os desenvolvedores do pulse não resolvem isso pow!!).

Enfim, existe um meio de ligar os drivers OSS no fedora. Faça o seguinte (no terminal como root):

gedit /etc/modprobe.d/dist-oss.conf

Dentro deste arquivo adicione a seguinte linha de comando (caso ela já exista, apenas descomente):

install snd-pcm /sbin/modprobe --ignore-install snd-pcm && /sbin/modprobe snd-pcm-oss && /sbin/modprobe snd-seq-device && /sbin/modprobe snd-seq-oss

Reinicie e pronto! Agora seus programas baseados em OSS não reclamarão mais por não encontrar suas respectivas entradas e saidas!


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TAGS : xvidcap oss pulseaudio fedora linux ops ]]>
Xvidcap sem duvidas é o melhor e mais simples gravador de desktop para linux. Ele simplesmente faz seu trabalho com uma eficiência impecável! O grande problema dele é que sua ultima atualização foi feita em 2006 e seu único suporte para gravação de som é via OSS.

Usar oss não é problema em sistemas antigos, mas sistemas baseados em pulseaudio, OSS é desligado por padrão. No Fedora 13 em particular o OSS não está presente no sistema nem na forma emulada. A desculpa de seus desenvolvedores é que ele pode causar instabilidade no pulseaudio (então porque raios os desenvolvedores do pulse não resolvem isso pow!!).

Enfim, existe um meio de ligar os drivers OSS no fedora. Faça o seguinte (no terminal como root):

gedit /etc/modprobe.d/dist-oss.conf

Dentro deste arquivo adicione a seguinte linha de comando (caso ela já exista, apenas descomente):

install snd-pcm /sbin/modprobe --ignore-install snd-pcm && /sbin/modprobe snd-pcm-oss && /sbin/modprobe snd-seq-device && /sbin/modprobe snd-seq-oss

Reinicie e pronto! Agora seus programas baseados em OSS não reclamarão mais por não encontrar suas respectivas entradas e saidas!


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<![CDATA[ Screencast #02 - instalando qdvdauthor ]]>
Segundo screencast está no ar finalmente! Dessa vez um mais curto e mais simples. Neste ensino como instalar o qDVDauthor no Fedora 12!

screencast2 from tamodolo on Vimeo.


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Segundo screencast está no ar finalmente! Dessa vez um mais curto e mais simples. Neste ensino como instalar o qDVDauthor no Fedora 12!

screencast2 from tamodolo on Vimeo.


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<![CDATA[ Screencast #01 - DeVeDe ]]>

screencast1 from tamodolo on Vimeo.



Esse screencast não terá uma periodicidade fixa, mas vou tentar colocar pelo menos 1 por mês. Até a próxima!


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screencast1 from tamodolo on Vimeo.



Esse screencast não terá uma periodicidade fixa, mas vou tentar colocar pelo menos 1 por mês. Até a próxima!


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<![CDATA[ OSS no pulseaudio ]]>
No terminal: padsp xvidcap

Agora o xvidcap consegue gravar sons do microfone normalmente.


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No terminal: padsp xvidcap

Agora o xvidcap consegue gravar sons do microfone normalmente.


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<![CDATA[ Como aplicar diferenças entre versões do mesmo arquivo ]]> mkv com apenas uma legenda de diferença e precisava fazer isso de forma que o md5 do arquivo resultante dele fosse igual ao meu, portanto simplesmente usar o mkvtoolnix estava fora de cogitação.

Pra isso rodei a internet atrás de um programa que fizesse arquivos contendo diferenças entre outros 2 arquivos. De início, só encontrava coisas referentes ao diff que fazia esse trabalho muito bem apenas para texto. Meio inutil já que estavamos atrás de um que funcionasse com qualquer tipo de arquivo. Procurei até chegar num programa chamado xdelta.

Esse programa funciona para qualquer tipo de arquivo e o uso é simples. Num terminal, para criar um arquivo de diferença:

xdelta delta [arquivo-de-origem] [arquivo-de-destino] [arquivo-de-diferença]

Para aplicar a diferença no arquivo de origem use o comando:

xdelta patch [arquivo-de-diferença] [arquivo-de-origem] [arquivo-de-saida]

Agora não preciso mais transferir mais que 15k para que meu amigo tenha o mesmo video de 700mb que eu. Legal né?


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TAGS : matroska md5 xdelta linux mkvtoolnix ]]>
mkv com apenas uma legenda de diferença e precisava fazer isso de forma que o md5 do arquivo resultante dele fosse igual ao meu, portanto simplesmente usar o mkvtoolnix estava fora de cogitação.

Pra isso rodei a internet atrás de um programa que fizesse arquivos contendo diferenças entre outros 2 arquivos. De início, só encontrava coisas referentes ao diff que fazia esse trabalho muito bem apenas para texto. Meio inutil já que estavamos atrás de um que funcionasse com qualquer tipo de arquivo. Procurei até chegar num programa chamado xdelta.

Esse programa funciona para qualquer tipo de arquivo e o uso é simples. Num terminal, para criar um arquivo de diferença:

xdelta delta [arquivo-de-origem] [arquivo-de-destino] [arquivo-de-diferença]

Para aplicar a diferença no arquivo de origem use o comando:

xdelta patch [arquivo-de-diferença] [arquivo-de-origem] [arquivo-de-saida]

Agora não preciso mais transferir mais que 15k para que meu amigo tenha o mesmo video de 700mb que eu. Legal né?


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<![CDATA[ Drivers nvidia no Fedora 12 ]]>
Nessa ultima versão foi adicionado nativamente aquele boot bonitinho para placas nvidia. Essa é uma grande evolução pra quem gosta de firulas no sistema. O que ele faz, na real, é carregar o driver livre para nvidia chamado nouveau no boot para exibir a cena. Porém isso atrapalha muito a vida exatamente de quem tem video nvidia e quer usar todo o potencial da placa instalando os drivers proprietários já que o livre consegue algo proximo de 10% do desempenho original.

Quando tentei instalar os drivers descobri que o RPM Fusion não os possuia em seus preositórios. No site deles estava declarado que os drivers da Nvidia não oferecem suporte ao novo Xorg e que estavam esperando a Nvidia resolver esse problema para disponibilizar. Isso não é inteiramente verdade já que os drivers da Nvidia não suportam apenas o boot. Sendo assim, fui no site da Nvidia e peguei o .bin deles (para esse Xorg use a versão 190+) e me deparei com outro problema. Como o driver livre está carregado no sistema desde o boot, o driver da Nvidia não instala alegando que existe outro driver impedindo-o. Para resolver faça o seguinte:

Num terminal em modo root passe os comandos:

vi /boot/grub/grub.conf

Adicione o parametro nouveau.modeset=0 para o kernel. Deve ficar algo assim:

kernel /boot/vmlinuz-2.6.31.5-127.fc12.x86_64 ro root=UUID=b0df07fa-eea2-46c7-a031-0587b6d8cb77 LANG=pt_BR.UTF-8 SYSFONT=latarcyrheb-sun16 KEYBOARDTYPE=pc KEYTABLE=br-abnt2 rhgb nouveau.modeset=0 quiet

Esse parametro impedirá que o kernel carregue o driver livre para a placa nvidia (e o boot bonito não vai mais aparecer). Assim que o sistema iniciar, mude para um console qualquer (crtl+alt+F1 por exemplo). Entre como root e digite:

init 3

Isso fara com que o sistema retire o modo grafico. Adicione permição de execução para o driver proprietário (chmod +x /endereço/para/Driver/Nvidia.bin) e o execute usando sh:

sh Nvidia.bin

No fim da instalação ele vai perguntar se quer criar um arquivo xorg.conf. Diga que sim já que sem ele o xorg não encontra os drivers Nvidia. Reinicie e aproveite o fedora 12 com Drivers Nvidia.

Unico grande problema que ainda não consegui resolver é que o maldito causa kernel panic quando tento jogar a imagem numa TV usando video componente. O jeito é esperar uma correção por parte da Nvidia.


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TAGS : nvidia kernel driver nouveau fedora linux ops ]]>

Nessa ultima versão foi adicionado nativamente aquele boot bonitinho para placas nvidia. Essa é uma grande evolução pra quem gosta de firulas no sistema. O que ele faz, na real, é carregar o driver livre para nvidia chamado nouveau no boot para exibir a cena. Porém isso atrapalha muito a vida exatamente de quem tem video nvidia e quer usar todo o potencial da placa instalando os drivers proprietários já que o livre consegue algo proximo de 10% do desempenho original.

Quando tentei instalar os drivers descobri que o RPM Fusion não os possuia em seus preositórios. No site deles estava declarado que os drivers da Nvidia não oferecem suporte ao novo Xorg e que estavam esperando a Nvidia resolver esse problema para disponibilizar. Isso não é inteiramente verdade já que os drivers da Nvidia não suportam apenas o boot. Sendo assim, fui no site da Nvidia e peguei o .bin deles (para esse Xorg use a versão 190+) e me deparei com outro problema. Como o driver livre está carregado no sistema desde o boot, o driver da Nvidia não instala alegando que existe outro driver impedindo-o. Para resolver faça o seguinte:

Num terminal em modo root passe os comandos:

vi /boot/grub/grub.conf

Adicione o parametro nouveau.modeset=0 para o kernel. Deve ficar algo assim:

kernel /boot/vmlinuz-2.6.31.5-127.fc12.x86_64 ro root=UUID=b0df07fa-eea2-46c7-a031-0587b6d8cb77 LANG=pt_BR.UTF-8 SYSFONT=latarcyrheb-sun16 KEYBOARDTYPE=pc KEYTABLE=br-abnt2 rhgb nouveau.modeset=0 quiet

Esse parametro impedirá que o kernel carregue o driver livre para a placa nvidia (e o boot bonito não vai mais aparecer). Assim que o sistema iniciar, mude para um console qualquer (crtl+alt+F1 por exemplo). Entre como root e digite:

init 3

Isso fara com que o sistema retire o modo grafico. Adicione permição de execução para o driver proprietário (chmod +x /endereço/para/Driver/Nvidia.bin) e o execute usando sh:

sh Nvidia.bin

No fim da instalação ele vai perguntar se quer criar um arquivo xorg.conf. Diga que sim já que sem ele o xorg não encontra os drivers Nvidia. Reinicie e aproveite o fedora 12 com Drivers Nvidia.

Unico grande problema que ainda não consegui resolver é que o maldito causa kernel panic quando tento jogar a imagem numa TV usando video componente. O jeito é esperar uma correção por parte da Nvidia.


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<![CDATA[ adobe air no linux 64bit ]]>
Na minha busca de um cliente de twitter decente para substituir o falecido twitterfox (agora com o nome de echofon), achei dois clientes bons: tweetdeck e destroytwitter. Os dois são multiplataforma e os dois rodam em adobe air........... que só tem pra linux 32..........

Não é novidade que é possível rodar programas 32bit num linux 64. Algumas distribuições facilitam muito isso, outras chegam a dificultar. Que é exatamente o caso do Archlinux. Quase não tem programas e bibliotecas 32bits em seus repositórios e os que tem não são suficientes para que o adobe air funcione. Uma forma rápida de resolver isso é usar os PKGBUILDs do AUR. O Yaourt facilita esse trabalho. Uma versão recente do yaourt está disponível num repo francês do archlinux. Para adicioná-lo ao pacman, coloque as seguintes linhas no seu pacman.conf

[archlinuxfr]
Server = http://repo.archlinux.fr/x86_64


Feito isso, instale o yaourt.

O yaourt funciona da mesma forma que o pacman com a vantagem de instalar coisas disponíveis no aur. Inclusive existe um pacote adobeair-32 lá e ele procura por todas as dependências e as compila se necessário. O único problema que encontrei em usar esse método para instalar o adobe air foi que nem tudo está com os links e versões corretas. O aur não é tão bem atualizado então algumas edições no PKGBUILD podem ser necessárias. (o yaourt pergunta se vc quer alterá-lo antes de continuar. Não tem segredo, mas esse assunto trato outro dia.)

Por algum motivo o tweetdeck não rolou. Ele diz que meu pc é um dos poucos do qual o adobeair não funciona direito. Engraçado isso já que o Destroy Twitter funciona. Fiquei com ele.


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TAGS : adobeair twitter tweetdeck archlinux linux aur destroytwitter ]]>

Na minha busca de um cliente de twitter decente para substituir o falecido twitterfox (agora com o nome de echofon), achei dois clientes bons: tweetdeck e destroytwitter. Os dois são multiplataforma e os dois rodam em adobe air........... que só tem pra linux 32..........

Não é novidade que é possível rodar programas 32bit num linux 64. Algumas distribuições facilitam muito isso, outras chegam a dificultar. Que é exatamente o caso do Archlinux. Quase não tem programas e bibliotecas 32bits em seus repositórios e os que tem não são suficientes para que o adobe air funcione. Uma forma rápida de resolver isso é usar os PKGBUILDs do AUR. O Yaourt facilita esse trabalho. Uma versão recente do yaourt está disponível num repo francês do archlinux. Para adicioná-lo ao pacman, coloque as seguintes linhas no seu pacman.conf

[archlinuxfr]
Server = http://repo.archlinux.fr/x86_64


Feito isso, instale o yaourt.

O yaourt funciona da mesma forma que o pacman com a vantagem de instalar coisas disponíveis no aur. Inclusive existe um pacote adobeair-32 lá e ele procura por todas as dependências e as compila se necessário. O único problema que encontrei em usar esse método para instalar o adobe air foi que nem tudo está com os links e versões corretas. O aur não é tão bem atualizado então algumas edições no PKGBUILD podem ser necessárias. (o yaourt pergunta se vc quer alterá-lo antes de continuar. Não tem segredo, mas esse assunto trato outro dia.)

Por algum motivo o tweetdeck não rolou. Ele diz que meu pc é um dos poucos do qual o adobeair não funciona direito. Engraçado isso já que o Destroy Twitter funciona. Fiquei com ele.


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<![CDATA[ problemas com vi no linux ]]>
O que acontece na realidade é que o vi não é mais um vim pequeno (outro editor de texto via terminal baseado em vi). Atualmente são 2 projetos diferentes.

Por causa disso, a solução é usar o vim no lugar do vi ou usar o ex no modo visual (vi foi baseado em ex, portanto ele é bem velhinho).

Resolvido o problema, agora edito textos de forma decente de novo no terminal.

PS. é sempre uma boa alternativa usar o nano.


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TAGS : nano vi vim ex linux problema ]]>

O que acontece na realidade é que o vi não é mais um vim pequeno (outro editor de texto via terminal baseado em vi). Atualmente são 2 projetos diferentes.

Por causa disso, a solução é usar o vim no lugar do vi ou usar o ex no modo visual (vi foi baseado em ex, portanto ele é bem velhinho).

Resolvido o problema, agora edito textos de forma decente de novo no terminal.

PS. é sempre uma boa alternativa usar o nano.


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