RSS do id Blog Otaku pt-br <![CDATA[RSS do Liquuid]]> http://id.liquuid.net/imagens/logol.jpg <![CDATA[ Screencast 03 - Aegisub ]]>

Screencast3 from tamodolo on Vimeo.



O arquivo deve ser colocado na pasta /etc/yum.repos.d/ (necessário privilégios de root). Por favor renomeiem o arquivo para fansub.repo.

Clique aqui para ir até a pagina do aegisub no LaunchPad.

Clique aqui para ir até a página oficial do Aegisub.


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Screencast3 from tamodolo on Vimeo.



O arquivo deve ser colocado na pasta /etc/yum.repos.d/ (necessário privilégios de root). Por favor renomeiem o arquivo para fansub.repo.

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<![CDATA[ xvidcap com som no fedora 13 ]]> Xvidcap sem duvidas é o melhor e mais simples gravador de desktop para linux. Ele simplesmente faz seu trabalho com uma eficiência impecável! O grande problema dele é que sua ultima atualização foi feita em 2006 e seu único suporte para gravação de som é via OSS.

Usar oss não é problema em sistemas antigos, mas sistemas baseados em pulseaudio, OSS é desligado por padrão. No Fedora 13 em particular o OSS não está presente no sistema nem na forma emulada. A desculpa de seus desenvolvedores é que ele pode causar instabilidade no pulseaudio (então porque raios os desenvolvedores do pulse não resolvem isso pow!!).

Enfim, existe um meio de ligar os drivers OSS no fedora. Faça o seguinte (no terminal como root):

gedit /etc/modprobe.d/dist-oss.conf

Dentro deste arquivo adicione a seguinte linha de comando (caso ela já exista, apenas descomente):

install snd-pcm /sbin/modprobe --ignore-install snd-pcm && /sbin/modprobe snd-pcm-oss && /sbin/modprobe snd-seq-device && /sbin/modprobe snd-seq-oss

Reinicie e pronto! Agora seus programas baseados em OSS não reclamarão mais por não encontrar suas respectivas entradas e saidas!


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Xvidcap sem duvidas é o melhor e mais simples gravador de desktop para linux. Ele simplesmente faz seu trabalho com uma eficiência impecável! O grande problema dele é que sua ultima atualização foi feita em 2006 e seu único suporte para gravação de som é via OSS.

Usar oss não é problema em sistemas antigos, mas sistemas baseados em pulseaudio, OSS é desligado por padrão. No Fedora 13 em particular o OSS não está presente no sistema nem na forma emulada. A desculpa de seus desenvolvedores é que ele pode causar instabilidade no pulseaudio (então porque raios os desenvolvedores do pulse não resolvem isso pow!!).

Enfim, existe um meio de ligar os drivers OSS no fedora. Faça o seguinte (no terminal como root):

gedit /etc/modprobe.d/dist-oss.conf

Dentro deste arquivo adicione a seguinte linha de comando (caso ela já exista, apenas descomente):

install snd-pcm /sbin/modprobe --ignore-install snd-pcm && /sbin/modprobe snd-pcm-oss && /sbin/modprobe snd-seq-device && /sbin/modprobe snd-seq-oss

Reinicie e pronto! Agora seus programas baseados em OSS não reclamarão mais por não encontrar suas respectivas entradas e saidas!


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<![CDATA[ Screencast #02 - instalando qdvdauthor ]]>
Segundo screencast está no ar finalmente! Dessa vez um mais curto e mais simples. Neste ensino como instalar o qDVDauthor no Fedora 12!

screencast2 from tamodolo on Vimeo.


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Segundo screencast está no ar finalmente! Dessa vez um mais curto e mais simples. Neste ensino como instalar o qDVDauthor no Fedora 12!

screencast2 from tamodolo on Vimeo.


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<![CDATA[ Drivers nvidia no Fedora 12 ]]>
Nessa ultima versão foi adicionado nativamente aquele boot bonitinho para placas nvidia. Essa é uma grande evolução pra quem gosta de firulas no sistema. O que ele faz, na real, é carregar o driver livre para nvidia chamado nouveau no boot para exibir a cena. Porém isso atrapalha muito a vida exatamente de quem tem video nvidia e quer usar todo o potencial da placa instalando os drivers proprietários já que o livre consegue algo proximo de 10% do desempenho original.

Quando tentei instalar os drivers descobri que o RPM Fusion não os possuia em seus preositórios. No site deles estava declarado que os drivers da Nvidia não oferecem suporte ao novo Xorg e que estavam esperando a Nvidia resolver esse problema para disponibilizar. Isso não é inteiramente verdade já que os drivers da Nvidia não suportam apenas o boot. Sendo assim, fui no site da Nvidia e peguei o .bin deles (para esse Xorg use a versão 190+) e me deparei com outro problema. Como o driver livre está carregado no sistema desde o boot, o driver da Nvidia não instala alegando que existe outro driver impedindo-o. Para resolver faça o seguinte:

Num terminal em modo root passe os comandos:

vi /boot/grub/grub.conf

Adicione o parametro nouveau.modeset=0 para o kernel. Deve ficar algo assim:

kernel /boot/vmlinuz-2.6.31.5-127.fc12.x86_64 ro root=UUID=b0df07fa-eea2-46c7-a031-0587b6d8cb77 LANG=pt_BR.UTF-8 SYSFONT=latarcyrheb-sun16 KEYBOARDTYPE=pc KEYTABLE=br-abnt2 rhgb nouveau.modeset=0 quiet

Esse parametro impedirá que o kernel carregue o driver livre para a placa nvidia (e o boot bonito não vai mais aparecer). Assim que o sistema iniciar, mude para um console qualquer (crtl+alt+F1 por exemplo). Entre como root e digite:

init 3

Isso fara com que o sistema retire o modo grafico. Adicione permição de execução para o driver proprietário (chmod +x /endereço/para/Driver/Nvidia.bin) e o execute usando sh:

sh Nvidia.bin

No fim da instalação ele vai perguntar se quer criar um arquivo xorg.conf. Diga que sim já que sem ele o xorg não encontra os drivers Nvidia. Reinicie e aproveite o fedora 12 com Drivers Nvidia.

Unico grande problema que ainda não consegui resolver é que o maldito causa kernel panic quando tento jogar a imagem numa TV usando video componente. O jeito é esperar uma correção por parte da Nvidia.


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Nessa ultima versão foi adicionado nativamente aquele boot bonitinho para placas nvidia. Essa é uma grande evolução pra quem gosta de firulas no sistema. O que ele faz, na real, é carregar o driver livre para nvidia chamado nouveau no boot para exibir a cena. Porém isso atrapalha muito a vida exatamente de quem tem video nvidia e quer usar todo o potencial da placa instalando os drivers proprietários já que o livre consegue algo proximo de 10% do desempenho original.

Quando tentei instalar os drivers descobri que o RPM Fusion não os possuia em seus preositórios. No site deles estava declarado que os drivers da Nvidia não oferecem suporte ao novo Xorg e que estavam esperando a Nvidia resolver esse problema para disponibilizar. Isso não é inteiramente verdade já que os drivers da Nvidia não suportam apenas o boot. Sendo assim, fui no site da Nvidia e peguei o .bin deles (para esse Xorg use a versão 190+) e me deparei com outro problema. Como o driver livre está carregado no sistema desde o boot, o driver da Nvidia não instala alegando que existe outro driver impedindo-o. Para resolver faça o seguinte:

Num terminal em modo root passe os comandos:

vi /boot/grub/grub.conf

Adicione o parametro nouveau.modeset=0 para o kernel. Deve ficar algo assim:

kernel /boot/vmlinuz-2.6.31.5-127.fc12.x86_64 ro root=UUID=b0df07fa-eea2-46c7-a031-0587b6d8cb77 LANG=pt_BR.UTF-8 SYSFONT=latarcyrheb-sun16 KEYBOARDTYPE=pc KEYTABLE=br-abnt2 rhgb nouveau.modeset=0 quiet

Esse parametro impedirá que o kernel carregue o driver livre para a placa nvidia (e o boot bonito não vai mais aparecer). Assim que o sistema iniciar, mude para um console qualquer (crtl+alt+F1 por exemplo). Entre como root e digite:

init 3

Isso fara com que o sistema retire o modo grafico. Adicione permição de execução para o driver proprietário (chmod +x /endereço/para/Driver/Nvidia.bin) e o execute usando sh:

sh Nvidia.bin

No fim da instalação ele vai perguntar se quer criar um arquivo xorg.conf. Diga que sim já que sem ele o xorg não encontra os drivers Nvidia. Reinicie e aproveite o fedora 12 com Drivers Nvidia.

Unico grande problema que ainda não consegui resolver é que o maldito causa kernel panic quando tento jogar a imagem numa TV usando video componente. O jeito é esperar uma correção por parte da Nvidia.


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<![CDATA[ Meu pc é verde! ]]>
Como disse no topico anterior, eu resolvi deixar de sofrer por causa das cagada de config que toda atualização do archlinux causava no meu pc e resolvi instalar uma distro melhor resolvida. Como já passei por Fedora, Ubuntu e Debian, foi a vez do OpenSuSE da Novell.

Peguei a versão 64bit e instalei. O processo foi bem tranquilo, o instalador lembrava muito o do winXP. Terminado o processo notei que a distribuição suporta sem problema nenhum qualquer programa 32bit. Inclusive os repositórios para a distro 32bit estão por padrão na distro 64bit.

Sem falar que opensuse vem com uma gama de UIs para configurar o sistema na base do clique (pra quem naum quer saber de terminal isso é ótimo)

Agora só preciso de um pc foda pra jogar hahahahaha


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TAGS : opensuse archlinux linux novell debian ubuntu fedora x86_64 i386 ]]>

Como disse no topico anterior, eu resolvi deixar de sofrer por causa das cagada de config que toda atualização do archlinux causava no meu pc e resolvi instalar uma distro melhor resolvida. Como já passei por Fedora, Ubuntu e Debian, foi a vez do OpenSuSE da Novell.

Peguei a versão 64bit e instalei. O processo foi bem tranquilo, o instalador lembrava muito o do winXP. Terminado o processo notei que a distribuição suporta sem problema nenhum qualquer programa 32bit. Inclusive os repositórios para a distro 32bit estão por padrão na distro 64bit.

Sem falar que opensuse vem com uma gama de UIs para configurar o sistema na base do clique (pra quem naum quer saber de terminal isso é ótimo)

Agora só preciso de um pc foda pra jogar hahahahaha


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<![CDATA[ DeVeDe ]]> DeVeDe é a ferramenta mais simples para a autoração de DVD. Nenhuma distribuição Linux acompanha o DeVeDe no disco de instalação, então é necessário instalar o DeVeDe usando o repositório da distribuição.

Instalação

A versão usada neste tutorial é a 3.12.

Instalar o DeVeDe depende muito da distribuição. Direi aqui como instalar nas principais distribuições:

Ubuntu: via terminal, como root, use o comando:

aptitude install devede

Debian: apt-get install devede

Fedora: no fedora é necessário adicionar o repositório Livna e o RPM Fusion. Após isso use o comando:

yum install devede

ArchLinux: pacman -S devede

Tutorial

Como meu foco aqui é explicar apenas como criar um DVD, farei apenas uma visão geral sobre o que cada uma das outras opções que o DeVeDe possui.

Quando abrir o programa deverá aparecer a seguinte tela:



A primeira opção (que será tratada em detalhes) permite a criação de um disco de DVD.

A opção VideoCD (VCD) lhe permite criar um vídeo simples para ser gravado num CD. Este é um formato ruim e de baixa qualidade. Sua definição é de apenas 352x240 (equivalente ao VHS) e não permite vários idiomas de áudio nem legendas removíveis. É possível gravar apenas 1 hora de vídeo neste formato. Este formato não é mais usado comercialmente.

A opção Super VideoCD (SVCD) lhe permite criar um VideoCD com uma definição maior (480x480). Todas as outras limitações do VideoCD estão presentes neste formato também.

A opção China VideoCD (CVD) é apenas uma regionalização do Super VideoCD. Não há diferença entre eles.

A Opção DivX / Mpeg4 lhe permite converter um video originalmente em qualquer formato para DivX compatível com DVD players capazes de executar este formato. Normalmente DVD players conseguem tocar uma resolução máxima de 640x480 (ou 720x400 no caso de widescreen) sem que haja paradas no vídeo devido a insuficiência de processamento do player. Atualmente os BlueRay players são capazes de tocar DivX em FullHD (1920x1080) sem problemas.

Criando Títulos para o DVD

Clicando na primeira opção veremos a seguinte tela:



A primeira coisa que devemos fazer é selecionar o formato de cor referente ao sistema usado pelos DVD players no Brasil. Na parte inferior da tela temos a opção "Formato Padrão". Selecione NTSC (padrão dos DVDs em nosso país).

Os títulos (campo na parte esquerda superior) definem diferentes vídeos no seu DVD. Usando um filme convencional (desses que alugamos em locadoras), normalmente temos um título para o Filme, um segundo título para o primeiro extra e um segundo título para o segundo extra e assim por diante. Isso acontece devido aos vários formatos de vídeo possíveis no mesmo DVD (progressivo e entrelaçado)

Para nós não é conveniente deixar o primeiro título com e nome de "title 1", então clicaremos no botão Propriedades logo abaixo do campo contendo os títulos:



A seguinte janela será aberta:



Esta janela nos mostra o nome do título (que podemos mudar para o nome que quisermos) e algumas opções sobre o que fazer após o termino da execução deste título. Selecione a opção que melhor se encaixa para você. No caso deste tutorial, selecionarei a opção para executar o menu principal (primeira opção).

Outros títulos podem ser adicionados clicando em Adicionar logo abaixo do campo.

Adicionando o vídeo

No campo ao lado direito do título temos o campo referente ao vídeo propriamente dito. Lá podemos adicionar qualquer formato de vídeo para que seja codificado no padrão do DVD. Para adicionar o vídeo clique em Adicionar:



A seguinte janela irá aparecer:



Nesta janela vamos abrir o vídeo clicando na pastinha a direita do campo arquivo e escolheremos nosso video:



Depois de escolhe-lo, clique em abrir. As informações do vídeo serão exibidas na janela. O próximo passo é definir o formato de vídeo novamente. Para isso selecione a opção NTSC novamente.

Normalmente não é necessário adicionar legendas para um filme caseiro, mas no desse tutorial o vídeo usado possui uma legenda portanto adicionaremos ela no campo de legenda abaixo do formato de vídeo. Para adicionar clique em "Adicionar" a direita do campo de legenda. A janela abaixo irá aparecer:



Clique na pastinha ao lado do campo da legenda (assim como fez para abrir o vídeo). Uma janela igual ao do vídeo vai aparecer para que escolha a legenda. Legendas com extensão srt são suportadas. Logo abaixo temos a codificação da legenda que só é necessário modificar caso o idioma da sua legenda não utilize caracteres latinos. Na opção idioma defina qual o idioma da sua legenda (no caso deste tutorial, PT - Portuguese) e clique em OK.

Agora veremos as opções avançadas. Para visualizá-las cliquei em "Opções Avançadas" na parte inferior da tela. A primeira aba mostra opções de qualidade de codificação:



As qualidades padrão tanto para som quanto para vídeo são boas. Modifique-as apenas se tiver problemas para colocar mais de 2 horas de vídeo em seu DVD (não recomendo que ultrapasse 3 horas e mesmo assim, não mexa na qualidade de som, somente na de vídeo). Quanto maior o Bitrate, maior será a qualidade do vídeo e maior será o espaço ocupado.



Aqui definiremos o tamanho e a razão de aspecto do vídeo. Defina o tamanho em 720x480 (este tamanho é fixo para todos os tipos de vídeos). A razão de aspecto dependerá da fonte de seu vídeo. Caso seja um vídeo "quadrado" (igual a imagem que vemos na TV) selecione 4:3. Caso a imagem seja widescreem (igual a que vemos no cinema) selecione 16:9.



Na aba Opções de Vídeo definiremos o modo de redimensionamento da imagem. Tanto no caso de imagem 4:3 quanto 16:9 selecione "modo de redimensionamento".



Estas opções representam opções avançadas do compactador de vídeo. Normalmente não é necessário mudar nada aqui. Somente altere as opções de desentrelaçamento caso o vídeo seja entrelaçado (escolha YADIF).



Nas opções de áudio selecione "Criar DVD com som 5.1". Isso fara com que o som do seu vídeo seja convertido para AC3 (padrão de áudio nos DVDs). Caso o som do seu vídeo seja estéreo, o programa irá criar um som AC3 estéreo. Selecione a segunda opção SOMENTE se o som do seu vídeo já esteja em AC3. Para verificar isso, abra um terminal e use o comando: file nome_do_arquivo



Estas opções são de controle manual do mencoder. Só altere estas opções se souber o que está fazendo. Caso contrario deixe-as como estão.

Agora clique em OK. Este processo se repete para todos os vídeos que adicionar. Vários vídeos dentro de um mesmo título são considerados um único vídeo.

De volta a tela principal, poderemos ver quanto espaço o vídeo vai ocupar no DVD. O botão a frente faz com que o bitrate de todos os vídeos sejam ajustados para caberem no DVD (use-o caso o tamanho seja maior).

Nas opções avançadas você pode escolher o arquivo de saída. Recomendo que escolha a terceira opção (para criar um arquivo .iso pronto para gravação).

Agora vamos editar o menu. Para isso clique em opções de menu:



Aqui podemos definir o título do menu, fonte, tamanho da fonte e cor, assim como a imagem de fundo e musica de fundo. O programa só tem suporte a imagens png e arquivos mp3. Podemos definir a posição das opções e se o DVD vai iniciar ou não direto no menu. Quando terminar de editar a seu gosto clique em OK.

Na tela principal novamente, clique em "terminar". O programa irá lhe perguntar onde salvar o arquivo:



O primeiro botão diz respeito a pasta onde seu DVD será salvo e o campo abaixo pede que de o nome a pasta que ele vai criar para conter o arquivo. Se não tiver certeza de onde está gravando, deixe padrão. O arquivo será gravado na pasta movie dentro do seu home (endereço completo: /home/seu_usuário/movie/). Clique em OK.

Uma janelinha de progresso vai aparecer. Depois que ela terminar de executar seu DVD estará pronto para gravação. Utilize algum programa que seja capaz de gravar a partir de ISO como o K3b ou o growisofs via terminal.


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DeVeDe é a ferramenta mais simples para a autoração de DVD. Nenhuma distribuição Linux acompanha o DeVeDe no disco de instalação, então é necessário instalar o DeVeDe usando o repositório da distribuição.

Instalação

A versão usada neste tutorial é a 3.12.

Instalar o DeVeDe depende muito da distribuição. Direi aqui como instalar nas principais distribuições:

Ubuntu: via terminal, como root, use o comando:

aptitude install devede

Debian: apt-get install devede

Fedora: no fedora é necessário adicionar o repositório Livna e o RPM Fusion. Após isso use o comando:

yum install devede

ArchLinux: pacman -S devede

Tutorial

Como meu foco aqui é explicar apenas como criar um DVD, farei apenas uma visão geral sobre o que cada uma das outras opções que o DeVeDe possui.

Quando abrir o programa deverá aparecer a seguinte tela:



A primeira opção (que será tratada em detalhes) permite a criação de um disco de DVD.

A opção VideoCD (VCD) lhe permite criar um vídeo simples para ser gravado num CD. Este é um formato ruim e de baixa qualidade. Sua definição é de apenas 352x240 (equivalente ao VHS) e não permite vários idiomas de áudio nem legendas removíveis. É possível gravar apenas 1 hora de vídeo neste formato. Este formato não é mais usado comercialmente.

A opção Super VideoCD (SVCD) lhe permite criar um VideoCD com uma definição maior (480x480). Todas as outras limitações do VideoCD estão presentes neste formato também.

A opção China VideoCD (CVD) é apenas uma regionalização do Super VideoCD. Não há diferença entre eles.

A Opção DivX / Mpeg4 lhe permite converter um video originalmente em qualquer formato para DivX compatível com DVD players capazes de executar este formato. Normalmente DVD players conseguem tocar uma resolução máxima de 640x480 (ou 720x400 no caso de widescreen) sem que haja paradas no vídeo devido a insuficiência de processamento do player. Atualmente os BlueRay players são capazes de tocar DivX em FullHD (1920x1080) sem problemas.

Criando Títulos para o DVD

Clicando na primeira opção veremos a seguinte tela:



A primeira coisa que devemos fazer é selecionar o formato de cor referente ao sistema usado pelos DVD players no Brasil. Na parte inferior da tela temos a opção "Formato Padrão". Selecione NTSC (padrão dos DVDs em nosso país).

Os títulos (campo na parte esquerda superior) definem diferentes vídeos no seu DVD. Usando um filme convencional (desses que alugamos em locadoras), normalmente temos um título para o Filme, um segundo título para o primeiro extra e um segundo título para o segundo extra e assim por diante. Isso acontece devido aos vários formatos de vídeo possíveis no mesmo DVD (progressivo e entrelaçado)

Para nós não é conveniente deixar o primeiro título com e nome de "title 1", então clicaremos no botão Propriedades logo abaixo do campo contendo os títulos:



A seguinte janela será aberta:



Esta janela nos mostra o nome do título (que podemos mudar para o nome que quisermos) e algumas opções sobre o que fazer após o termino da execução deste título. Selecione a opção que melhor se encaixa para você. No caso deste tutorial, selecionarei a opção para executar o menu principal (primeira opção).

Outros títulos podem ser adicionados clicando em Adicionar logo abaixo do campo.

Adicionando o vídeo

No campo ao lado direito do título temos o campo referente ao vídeo propriamente dito. Lá podemos adicionar qualquer formato de vídeo para que seja codificado no padrão do DVD. Para adicionar o vídeo clique em Adicionar:



A seguinte janela irá aparecer:



Nesta janela vamos abrir o vídeo clicando na pastinha a direita do campo arquivo e escolheremos nosso video:



Depois de escolhe-lo, clique em abrir. As informações do vídeo serão exibidas na janela. O próximo passo é definir o formato de vídeo novamente. Para isso selecione a opção NTSC novamente.

Normalmente não é necessário adicionar legendas para um filme caseiro, mas no desse tutorial o vídeo usado possui uma legenda portanto adicionaremos ela no campo de legenda abaixo do formato de vídeo. Para adicionar clique em "Adicionar" a direita do campo de legenda. A janela abaixo irá aparecer:



Clique na pastinha ao lado do campo da legenda (assim como fez para abrir o vídeo). Uma janela igual ao do vídeo vai aparecer para que escolha a legenda. Legendas com extensão srt são suportadas. Logo abaixo temos a codificação da legenda que só é necessário modificar caso o idioma da sua legenda não utilize caracteres latinos. Na opção idioma defina qual o idioma da sua legenda (no caso deste tutorial, PT - Portuguese) e clique em OK.

Agora veremos as opções avançadas. Para visualizá-las cliquei em "Opções Avançadas" na parte inferior da tela. A primeira aba mostra opções de qualidade de codificação:



As qualidades padrão tanto para som quanto para vídeo são boas. Modifique-as apenas se tiver problemas para colocar mais de 2 horas de vídeo em seu DVD (não recomendo que ultrapasse 3 horas e mesmo assim, não mexa na qualidade de som, somente na de vídeo). Quanto maior o Bitrate, maior será a qualidade do vídeo e maior será o espaço ocupado.



Aqui definiremos o tamanho e a razão de aspecto do vídeo. Defina o tamanho em 720x480 (este tamanho é fixo para todos os tipos de vídeos). A razão de aspecto dependerá da fonte de seu vídeo. Caso seja um vídeo "quadrado" (igual a imagem que vemos na TV) selecione 4:3. Caso a imagem seja widescreem (igual a que vemos no cinema) selecione 16:9.



Na aba Opções de Vídeo definiremos o modo de redimensionamento da imagem. Tanto no caso de imagem 4:3 quanto 16:9 selecione "modo de redimensionamento".



Estas opções representam opções avançadas do compactador de vídeo. Normalmente não é necessário mudar nada aqui. Somente altere as opções de desentrelaçamento caso o vídeo seja entrelaçado (escolha YADIF).



Nas opções de áudio selecione "Criar DVD com som 5.1". Isso fara com que o som do seu vídeo seja convertido para AC3 (padrão de áudio nos DVDs). Caso o som do seu vídeo seja estéreo, o programa irá criar um som AC3 estéreo. Selecione a segunda opção SOMENTE se o som do seu vídeo já esteja em AC3. Para verificar isso, abra um terminal e use o comando: file nome_do_arquivo



Estas opções são de controle manual do mencoder. Só altere estas opções se souber o que está fazendo. Caso contrario deixe-as como estão.

Agora clique em OK. Este processo se repete para todos os vídeos que adicionar. Vários vídeos dentro de um mesmo título são considerados um único vídeo.

De volta a tela principal, poderemos ver quanto espaço o vídeo vai ocupar no DVD. O botão a frente faz com que o bitrate de todos os vídeos sejam ajustados para caberem no DVD (use-o caso o tamanho seja maior).

Nas opções avançadas você pode escolher o arquivo de saída. Recomendo que escolha a terceira opção (para criar um arquivo .iso pronto para gravação).

Agora vamos editar o menu. Para isso clique em opções de menu:



Aqui podemos definir o título do menu, fonte, tamanho da fonte e cor, assim como a imagem de fundo e musica de fundo. O programa só tem suporte a imagens png e arquivos mp3. Podemos definir a posição das opções e se o DVD vai iniciar ou não direto no menu. Quando terminar de editar a seu gosto clique em OK.

Na tela principal novamente, clique em "terminar". O programa irá lhe perguntar onde salvar o arquivo:



O primeiro botão diz respeito a pasta onde seu DVD será salvo e o campo abaixo pede que de o nome a pasta que ele vai criar para conter o arquivo. Se não tiver certeza de onde está gravando, deixe padrão. O arquivo será gravado na pasta movie dentro do seu home (endereço completo: /home/seu_usuário/movie/). Clique em OK.

Uma janelinha de progresso vai aparecer. Depois que ela terminar de executar seu DVD estará pronto para gravação. Utilize algum programa que seja capaz de gravar a partir de ISO como o K3b ou o growisofs via terminal.


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<![CDATA[ Olá Ubuntu ]]> Ubuntu Studio. Ele é bem legal, tem muitos programas disponíveis já no DVD como blender e audacity. Minha única birra com o sistema foi que ele é feito para parecer com o windows. Não tenho certeza se o Liquuid, pessoa que inicialmente teve a idéia e o chamava de Moobuntu, deu uma olhada no sistema, então não temos, por enquanto, como saber se o caminho que o Ubuntu Studio seguiu foi o originalmente pensado. Como todo o funcionamento do sistema é igual ao do Ubuntu convencional, vou descrever como se fossem um sistema único.

Logo depois de meu descontento com a aparência, resolvi colocar o Ubuntu convencional para testar. Esse sim, mantem a aparência original do gnome. Varias ferramentas foram adicionadas como por exemplo um atalho para compartilhar a pasta via samba no menu do botão direito do mouse (outra vez copiando windows). Ao contrario do Fedora, o Ubuntu é voltado a área multimídia. Por causa disso, todo o sistema é voltado para ter um bom desempenho com vídeo. Isso me deixou feliz já que costumo usar alguns efeitos do compiz por conveniência (como o scale).

Quanto a parte de hardware, de novo Ubuntu é bem resolvido já que assim que instalei o sistema ele detectou o hardware faltante (no meu caso, video e wifi) e perguntou se queria que ele baixasse os drivers e instalasse. Varias versões de drivers foram apresentadas. O que me deixou surpreso foi que o b43-fwcutter já veio com um firmware nesse download (coisa que precisavamos fazer manualmente no Fedora)

O APT-GET é bem confuso se usado direto no terminal, mas a interface gráfica dele permite a visualização detalhada dos eventos. Uma pena que o xbmc não esteja presente...

conclusão: o Ubuntu é um bom sistema pra quem começa a usar Linux agora. Ele praticamente se resolve sozinho durante a instalação e até o momento não tive dor de cabeça com erros em programas e nem bugs apesar de ser meio cedo para dizer isso. Continuarei usando o Ubuntu por um tempo para ver se aparece algum bug bizarro.


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TAGS : ubuntu linux fedora broadcom ]]>
Ubuntu Studio. Ele é bem legal, tem muitos programas disponíveis já no DVD como blender e audacity. Minha única birra com o sistema foi que ele é feito para parecer com o windows. Não tenho certeza se o Liquuid, pessoa que inicialmente teve a idéia e o chamava de Moobuntu, deu uma olhada no sistema, então não temos, por enquanto, como saber se o caminho que o Ubuntu Studio seguiu foi o originalmente pensado. Como todo o funcionamento do sistema é igual ao do Ubuntu convencional, vou descrever como se fossem um sistema único.

Logo depois de meu descontento com a aparência, resolvi colocar o Ubuntu convencional para testar. Esse sim, mantem a aparência original do gnome. Varias ferramentas foram adicionadas como por exemplo um atalho para compartilhar a pasta via samba no menu do botão direito do mouse (outra vez copiando windows). Ao contrario do Fedora, o Ubuntu é voltado a área multimídia. Por causa disso, todo o sistema é voltado para ter um bom desempenho com vídeo. Isso me deixou feliz já que costumo usar alguns efeitos do compiz por conveniência (como o scale).

Quanto a parte de hardware, de novo Ubuntu é bem resolvido já que assim que instalei o sistema ele detectou o hardware faltante (no meu caso, video e wifi) e perguntou se queria que ele baixasse os drivers e instalasse. Varias versões de drivers foram apresentadas. O que me deixou surpreso foi que o b43-fwcutter já veio com um firmware nesse download (coisa que precisavamos fazer manualmente no Fedora)

O APT-GET é bem confuso se usado direto no terminal, mas a interface gráfica dele permite a visualização detalhada dos eventos. Uma pena que o xbmc não esteja presente...

conclusão: o Ubuntu é um bom sistema pra quem começa a usar Linux agora. Ele praticamente se resolve sozinho durante a instalação e até o momento não tive dor de cabeça com erros em programas e nem bugs apesar de ser meio cedo para dizer isso. Continuarei usando o Ubuntu por um tempo para ver se aparece algum bug bizarro.


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